Patronato acelera exploração
Na edição de Fevereiro do boletim O Motorista, o PCP denuncia a atitude do patronato do sector dos transportes de mercadorias que «só quer discutir com as organizações de trabalhadores a retirada de direitos e recusa-se à justa actualização de salários para 2010».
Para o PCP, a proposta patronal para a revisão do Acordo Colectivo de Trabalho é «significativa»: deixar de pagar o trabalho suplementar (pelo banco de horas e pela possibilidade de decretar isenção de horário para o trabalho nacional); passar o início do trabalho nocturno para as 22 horas; eliminar o Prémio TIR; retirar oito dias por mês de pagamento da cláusula 74 aos motoristas do internacional; não pagamento dos dias de descanso e feriados passados no estrangeiro se estiverem parados.
O que as condições de trabalho e de vida exigiam era, pelo contrário, aumentar os salários reais e garantir uma melhor protecção contra a sobre-exploração.
Segundo os comunistas, «para que as intenções do patronato possam ser derrotadas, e para que as justas aspirações dos motoristas possam ser satisfeitas, só há um caminho: reforçar a unidade e a luta». Não é fácil, reconhece o PCP, mas «não existe alternativa».
No verso do boletim, os comunistas chamam a atenção para a petição que será debatida na Assembleia da República, no sentido de fazer com que os encargos relativos à aquisição da qualificação inicial e da formação contínua não recaia sobre os motoristas. Seis mil pessoas assinaram essa petição, que vai no mesmo sentido de um projecto-lei apresentado pelo PCP.
Para o PCP, a proposta patronal para a revisão do Acordo Colectivo de Trabalho é «significativa»: deixar de pagar o trabalho suplementar (pelo banco de horas e pela possibilidade de decretar isenção de horário para o trabalho nacional); passar o início do trabalho nocturno para as 22 horas; eliminar o Prémio TIR; retirar oito dias por mês de pagamento da cláusula 74 aos motoristas do internacional; não pagamento dos dias de descanso e feriados passados no estrangeiro se estiverem parados.
O que as condições de trabalho e de vida exigiam era, pelo contrário, aumentar os salários reais e garantir uma melhor protecção contra a sobre-exploração.
Segundo os comunistas, «para que as intenções do patronato possam ser derrotadas, e para que as justas aspirações dos motoristas possam ser satisfeitas, só há um caminho: reforçar a unidade e a luta». Não é fácil, reconhece o PCP, mas «não existe alternativa».
No verso do boletim, os comunistas chamam a atenção para a petição que será debatida na Assembleia da República, no sentido de fazer com que os encargos relativos à aquisição da qualificação inicial e da formação contínua não recaia sobre os motoristas. Seis mil pessoas assinaram essa petição, que vai no mesmo sentido de um projecto-lei apresentado pelo PCP.