Por melhores serviços
O PCP defende serviços oncológicos de proximidade que assegurem respostas de qualidade para o tratamento dos casos menos complexos, em simultâneo com unidades centrais que pela sua natureza exijam um maior grau de diferenciação, particularmente em termos da presença de profissionais, equipamentos e práticas médicas especializadas.
Esta posição foi assumida pela deputada comunista Paula Santos em recente debate suscitado pelo PSD sobre a situação da Oncologia em Portugal, no decurso do qual a ministra da Saúde, Ana Jorge, afirmou não ter «qualquer intenção de promover encerramentos de unidades de prestação de cuidados oncológicos» nem «qualquer estratégia economicista e de poupança».
Informação que não é coincidente com a leitura relativa aos requisitos tidos como necessários para que uma unidade preste cuidados em oncologia, segundo o estabelecido em documento da Coordenadora Nacional para as Doenças Oncológicas.
Ora com tais requisitos, como observou a parlamentar do PCP, não se pode tirar outra conclusão que não seja a de que o Governo PS, na linha do anterior, opta «por critérios economicistas, como aconteceu com as maternidades, abrindo caminho para a proliferação de inúmeras entidades privadas na área da Saúde».
E quando é invocado o critério da qualidade, que todos reconhecem como indispensável, o PCP faz notar que o mesmo não pode ser utilizado só para justificar o encerramento de serviços mas, antes de mais, quando a qualidade está em causa, para «investir e intervir» no sentido de «melhorar e alcançar os níveis de desempenho adequados».
Paula Santos considerou, por outro lado, que a proposta do Governo não tem em devida conta a realidade do País, defendendo, por isso, que «devem ser introduzidos critérios geográficos e de proximidade para a reorganização da rede dos serviços de oncologia», bem como uma adequada articulação entre a rede de referenciação hospitalar em oncologia e, nomeadamente, os centros de saúde.
Esta posição foi assumida pela deputada comunista Paula Santos em recente debate suscitado pelo PSD sobre a situação da Oncologia em Portugal, no decurso do qual a ministra da Saúde, Ana Jorge, afirmou não ter «qualquer intenção de promover encerramentos de unidades de prestação de cuidados oncológicos» nem «qualquer estratégia economicista e de poupança».
Informação que não é coincidente com a leitura relativa aos requisitos tidos como necessários para que uma unidade preste cuidados em oncologia, segundo o estabelecido em documento da Coordenadora Nacional para as Doenças Oncológicas.
Ora com tais requisitos, como observou a parlamentar do PCP, não se pode tirar outra conclusão que não seja a de que o Governo PS, na linha do anterior, opta «por critérios economicistas, como aconteceu com as maternidades, abrindo caminho para a proliferação de inúmeras entidades privadas na área da Saúde».
E quando é invocado o critério da qualidade, que todos reconhecem como indispensável, o PCP faz notar que o mesmo não pode ser utilizado só para justificar o encerramento de serviços mas, antes de mais, quando a qualidade está em causa, para «investir e intervir» no sentido de «melhorar e alcançar os níveis de desempenho adequados».
Paula Santos considerou, por outro lado, que a proposta do Governo não tem em devida conta a realidade do País, defendendo, por isso, que «devem ser introduzidos critérios geográficos e de proximidade para a reorganização da rede dos serviços de oncologia», bem como uma adequada articulação entre a rede de referenciação hospitalar em oncologia e, nomeadamente, os centros de saúde.