Defender direitos
Os trabalhadores da AIPICA, em Almada, sem aumentos salariais há dois anos, estão em luta em defesa dos seus direitos. No dia 17, realizou-se uma greve na instituição, à qual aderiram 90 por cento dos funcionários, e uma manifestação pelas ruas daquela cidade.
Dias depois, a célula do Partido na instituição distribuiu um comunicado onde considera justas as reivindicações e a luta dos trabalhadores. E onde recordava que, para além do problema salarial, subsistiam muitos outros, como retroactivos por pagar, subsídios de Natal em atraso ou alterações de horário sem aviso prévio.
Nesse comunicado, o PCP realçava ainda que os trabalhadores não deviam «colocar em causa a sua adesão à luta perante qualquer tipo de intimidação tomada pela direcção». Lembrando também que «só através da luta é possível a defesa dos seus direitos».
Para além das suas reivindicações profissionais, os comunistas da AIPICA estão também preocupados com a defesa do importante papel que a instituição vem desempenhando há mais de três décadas junto das famílias mais carenciadas através do seu atendimento à infância.
Dias depois, a célula do Partido na instituição distribuiu um comunicado onde considera justas as reivindicações e a luta dos trabalhadores. E onde recordava que, para além do problema salarial, subsistiam muitos outros, como retroactivos por pagar, subsídios de Natal em atraso ou alterações de horário sem aviso prévio.
Nesse comunicado, o PCP realçava ainda que os trabalhadores não deviam «colocar em causa a sua adesão à luta perante qualquer tipo de intimidação tomada pela direcção». Lembrando também que «só através da luta é possível a defesa dos seus direitos».
Para além das suas reivindicações profissionais, os comunistas da AIPICA estão também preocupados com a defesa do importante papel que a instituição vem desempenhando há mais de três décadas junto das famílias mais carenciadas através do seu atendimento à infância.