Chave do combate está no rastreio
O líder parlamentar do PCP defendeu o reforço das acções de prevenção e rastreio, considerando que esse é o melhor caminho para combater o cancro do colo do útero.
«Sabendo-se como se sabe que havendo uma prevenção eficaz a esmagadora maioria das situações de morte poderiam ser evitadas, não é aceitável que continuemos a ter uma enorme indigência em matéria de prevenção deste cancro como doutros», sublinhou Bernardino Soares, falando num dos debates realizados na última semana de trabalhos da legislatura a propósito de uma petição dinamizada pela Liga Portuguesa Contra o Cancro onde é solicitada a criação do Dia Nacional de Prevenção do Colo do Útero.
Sugestão acolhida com simpatia pela bancada do PCP que não deixou de valorizar a importância que tal iniciativa pode assumir «como elemento de sensibilização» para que possam ser dados passos efectivos no capítulo da prevenção.
O presidente da bancada comunista referiu no entanto que «isto não vai lá apenas com campanhas», sendo imprescindível, salientou, «uma organização estruturada e capaz de chegar com o rastreio ao maior número de mulheres possível».
«Sem isso não estaremos a prevenir e a combater devidamente o cancro do colo do útero», advertiu, antes de lembrar que, apesar de ter havido «um avanço nesta legislatura em matéria de disponibilização no Plano Nacional de Vacinação da vacina contra o papiloma vírus humano - o agente causador da maior parte dos casos deste tipo de cancro -, tal facto «não pode servir para abrandar o esforço de prevenção». Isto porque, esclareceu, «essa é a chave para diminuir a incidência deste tipo de cancro e reduzir a mortalidade que dele decorre», ou seja, sem a prevenção, «nem a vacina será um meio suficientemente eficaz para alterar os graves números que continuam a existir no nosso País nesta matéria».
«Sabendo-se como se sabe que havendo uma prevenção eficaz a esmagadora maioria das situações de morte poderiam ser evitadas, não é aceitável que continuemos a ter uma enorme indigência em matéria de prevenção deste cancro como doutros», sublinhou Bernardino Soares, falando num dos debates realizados na última semana de trabalhos da legislatura a propósito de uma petição dinamizada pela Liga Portuguesa Contra o Cancro onde é solicitada a criação do Dia Nacional de Prevenção do Colo do Útero.
Sugestão acolhida com simpatia pela bancada do PCP que não deixou de valorizar a importância que tal iniciativa pode assumir «como elemento de sensibilização» para que possam ser dados passos efectivos no capítulo da prevenção.
O presidente da bancada comunista referiu no entanto que «isto não vai lá apenas com campanhas», sendo imprescindível, salientou, «uma organização estruturada e capaz de chegar com o rastreio ao maior número de mulheres possível».
«Sem isso não estaremos a prevenir e a combater devidamente o cancro do colo do útero», advertiu, antes de lembrar que, apesar de ter havido «um avanço nesta legislatura em matéria de disponibilização no Plano Nacional de Vacinação da vacina contra o papiloma vírus humano - o agente causador da maior parte dos casos deste tipo de cancro -, tal facto «não pode servir para abrandar o esforço de prevenção». Isto porque, esclareceu, «essa é a chave para diminuir a incidência deste tipo de cancro e reduzir a mortalidade que dele decorre», ou seja, sem a prevenção, «nem a vacina será um meio suficientemente eficaz para alterar os graves números que continuam a existir no nosso País nesta matéria».