Em defesa do montado e da fileira da cortiça
A merecer a aprovação unânime da Câmara na derradeira sessão plenária da X legislatura esteve ainda um outro projecto de resolução igualmente do PCP, este sobre a defesa do montado e pela valorização da fileira da cortiça.
A motivar esta iniciativa dos deputados comunista está a existência de situações e factos que põem em causa o normal funcionamento do sector, nomeadamente medidas de carácter monopolista impostas pelo Grupo Amorim e empresas suas satélites, tanto no plano da comercialização como no da transformação.
Haverá de momento, segundo informações recolhidas pela bancada do PCP, cerca de 600 micro, pequenas e médias empresas em risco de falência, com a consequente perda de cinco mil postos de trabalho, devido ao «deliberado estrangulamento à comercialização da sua produção».
Daí o alcance desta recomendação ao Governo onde se exige «estabilidade do sector, políticas efectivas de combate a práticas monopolistas e medidas que possam contribuir para vencer os estrangulamentos que se estarão a verificar e que poderão, tudo assim o indica, resultar, não tanto da instabilidade do mercado ou da chamada «crise internacional» mas muito mais da acção deliberada de alguns para, aproveitando a conjuntura, reforçar as suas posições no sector, eliminar a concorrência e conseguir novos e injustificados apoios estatais».
A motivar esta iniciativa dos deputados comunista está a existência de situações e factos que põem em causa o normal funcionamento do sector, nomeadamente medidas de carácter monopolista impostas pelo Grupo Amorim e empresas suas satélites, tanto no plano da comercialização como no da transformação.
Haverá de momento, segundo informações recolhidas pela bancada do PCP, cerca de 600 micro, pequenas e médias empresas em risco de falência, com a consequente perda de cinco mil postos de trabalho, devido ao «deliberado estrangulamento à comercialização da sua produção».
Daí o alcance desta recomendação ao Governo onde se exige «estabilidade do sector, políticas efectivas de combate a práticas monopolistas e medidas que possam contribuir para vencer os estrangulamentos que se estarão a verificar e que poderão, tudo assim o indica, resultar, não tanto da instabilidade do mercado ou da chamada «crise internacional» mas muito mais da acção deliberada de alguns para, aproveitando a conjuntura, reforçar as suas posições no sector, eliminar a concorrência e conseguir novos e injustificados apoios estatais».