Um projecto alternativo
António Moreira e António Regala são, respectivamente, os cabeças de lista da CDU à Câmara e Assembleia Municipal de Aveiro. Com a presença de Vasco Cardoso, da Comissão Política do PCP, esta iniciativa realizou-se, dia 7 de Maio, na Biblioteca Municipal da cidade.
Terminar com o marasmo que têm sido os anteriores executivos
Saudando a presença de todos naquela iniciativa, António Moreira, na sua intervenção, começou por valorizar o projecto da CDU, que «rompe com o conformismo instalado e vai ao encontro do que de melhor nos caracteriza: o nosso espírito progressista e inovador, a nossa força para lutar contra as adversidades, a nossa vontade de querer mais».
No entanto, para mudar, frisou o candidato, é preciso terminar com «o marasmo que têm sido os anteriores executivos», com «as lamentações» e com «o jogo do “empurra” da culpa da actual situação do concelho, jogo que nem o PS nem a coligação PSD/CDS, parecem ter intenções de cessar».
«Queremos apresentar aos aveirenses um programa com o qual se identifiquem e para o qual efectivamente contribuam», afirmou António Moreira, avançando com algumas ideias centrais, nomeadamente o «controlo das finanças», a «reorganização dos serviços camarários», a «existência de um verdadeiro serviço público» e de «critérios de ordenamento do território que promovam a equidade em freguesias», o «respeito ambiental» e o «consequente incremento da qualidade de vida das populações».
Por seu lado, António Regala falou do mandato autárquico que se iniciou em Outubro de 2005 e que vai terminar no próximo mês de Setembro.
«O estado caótico das finanças da autarquia, o distanciamento do poder autárquico dos munícipes, nomeadamente os das freguesias rurais, os constantes aumentos de taxas e impostos, levaram ao descontentamento dos aveirenses, que assim penalizaram o PS. Os que tomaram o poder, PSD e CDS, usando o argumento da perigosidade da dívida, fizeram um trabalho que está à vista. Ou melhor: Não está porque não existe», acusou o candidato à Assembleia Municipal.
A CDU, durante todo o mandato, foi, em oposição, a voz presente, «na procura do esclarecimento em situações menos transparentes, na denúncia das situações gravosas para os munícipes, na defesa da reivindicação justa, pondo-se sempre ao lado das populações quando assim era exigido». «E se mais não fizemos foi porque um único eleito na Assembleia Municipal é pouco para o muito trabalho que se tem que fazer e que os cidadãos de Aveiro merecem», salientou António Regala.
No entanto, para mudar, frisou o candidato, é preciso terminar com «o marasmo que têm sido os anteriores executivos», com «as lamentações» e com «o jogo do “empurra” da culpa da actual situação do concelho, jogo que nem o PS nem a coligação PSD/CDS, parecem ter intenções de cessar».
«Queremos apresentar aos aveirenses um programa com o qual se identifiquem e para o qual efectivamente contribuam», afirmou António Moreira, avançando com algumas ideias centrais, nomeadamente o «controlo das finanças», a «reorganização dos serviços camarários», a «existência de um verdadeiro serviço público» e de «critérios de ordenamento do território que promovam a equidade em freguesias», o «respeito ambiental» e o «consequente incremento da qualidade de vida das populações».
Por seu lado, António Regala falou do mandato autárquico que se iniciou em Outubro de 2005 e que vai terminar no próximo mês de Setembro.
«O estado caótico das finanças da autarquia, o distanciamento do poder autárquico dos munícipes, nomeadamente os das freguesias rurais, os constantes aumentos de taxas e impostos, levaram ao descontentamento dos aveirenses, que assim penalizaram o PS. Os que tomaram o poder, PSD e CDS, usando o argumento da perigosidade da dívida, fizeram um trabalho que está à vista. Ou melhor: Não está porque não existe», acusou o candidato à Assembleia Municipal.
A CDU, durante todo o mandato, foi, em oposição, a voz presente, «na procura do esclarecimento em situações menos transparentes, na denúncia das situações gravosas para os munícipes, na defesa da reivindicação justa, pondo-se sempre ao lado das populações quando assim era exigido». «E se mais não fizemos foi porque um único eleito na Assembleia Municipal é pouco para o muito trabalho que se tem que fazer e que os cidadãos de Aveiro merecem», salientou António Regala.