Mulheres vão à luta
A CGTP-IN fez deste Dia Internacional da Mulher uma ocasião para estimular o esclarecimento e a luta das trabalhadoras, reclamando mudança de política.
A igualdade conquista-se
Sob o lema «Agir em igualdade, Lutar para mudar», as estruturas da central levaram a cabo, durante a passada semana, várias iniciativas de denúncia de situações de discriminação e de incentivo ao prosseguimento da luta pelo emprego, por melhores salários, por horários justos. Na saudação que divulgou dia 6, a Inter regista que «as reivindicações de hoje têm muito em comum com as reivindicações das operárias de Nova Iorque que, em 1857, perderam a vida quando lutavam por condições de trabalho dignas».
Foi feito um apelo à participação forte das trabalhadoras na manifestação nacional de amanhã.
A CGTP-IN recorda a grave situação social e laboral com que se defrontam as trabalhadoras e os trabalhadores, tanto no sector privado como na Administração Pública, e condena o Governo por decidir alterar para pior a legislação laboral. O Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas facilita os despedimentos e destrói o vínculo de emprego público, compromete a estabilidade no emprego e institucionaliza a precariedade. A revisão do Código do Trabalho visa aumentar a precariedade e destruir a contratação colectiva, simplificando os despedimentos e violando direitos fundamentais, como os da maternidade e paternidade.
Ao longo da semana, a União dos Sindicatos de Lisboa levou a cabo uma «Rota pela Igualdade», com iniciativas em mais de uma dezena de empresas e serviços do distrito, nas quais predomina a mão-de-obra feminina e onde há grandes dificuldades em gozar direitos reconhecidos e se vê que a igualdade de oportunidades ainda não é uma realidade.
Foi feito um apelo à participação forte das trabalhadoras na manifestação nacional de amanhã.
A CGTP-IN recorda a grave situação social e laboral com que se defrontam as trabalhadoras e os trabalhadores, tanto no sector privado como na Administração Pública, e condena o Governo por decidir alterar para pior a legislação laboral. O Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas facilita os despedimentos e destrói o vínculo de emprego público, compromete a estabilidade no emprego e institucionaliza a precariedade. A revisão do Código do Trabalho visa aumentar a precariedade e destruir a contratação colectiva, simplificando os despedimentos e violando direitos fundamentais, como os da maternidade e paternidade.
Ao longo da semana, a União dos Sindicatos de Lisboa levou a cabo uma «Rota pela Igualdade», com iniciativas em mais de uma dezena de empresas e serviços do distrito, nas quais predomina a mão-de-obra feminina e onde há grandes dificuldades em gozar direitos reconhecidos e se vê que a igualdade de oportunidades ainda não é uma realidade.