Combater o desemprego
O PCP promoveu, no dia 5, por todo o País, uma acção de contacto com os trabalhadores desempregados. A iniciativa, integrada na campanha «Sim, é possível uma vida melhor!», e que constará de contactos realizados particularmente junto aos centros de emprego, foi lançada em Lisboa, junto ao Centro de Emprego de Picoas, pelos deputados Bernardino Soares, António Filipe, Jorge Machado e José Lourenço.
No documento distribuído, os comunistas lembram que só em Janeiro de 2009 se registaram mais de 70 mil novas inscrições nos centros de emprego, número este que não pára de crescer. E denunciam que ao mesmo tempo que mais de metade dos desempregados não tem direito a subsídio de desemprego o Governo recusa-se a alargar os critérios para a atribuição do subsídio, como propôs o PCP.
Para os comunistas, o desemprego pode ser combatido com o estímulo ao desenvolvimento económico, com o aumento dos salários e das pensões, com mais investimento público, com a redução progressiva do horário de trabalho para as 35 horas semanais ou ainda com a criação de emprego público para reforçar serviços e responder a necessidades essenciais, na saúde, na educação, ou nos apoios sociais.
No documento distribuído, os comunistas lembram que só em Janeiro de 2009 se registaram mais de 70 mil novas inscrições nos centros de emprego, número este que não pára de crescer. E denunciam que ao mesmo tempo que mais de metade dos desempregados não tem direito a subsídio de desemprego o Governo recusa-se a alargar os critérios para a atribuição do subsídio, como propôs o PCP.
Para os comunistas, o desemprego pode ser combatido com o estímulo ao desenvolvimento económico, com o aumento dos salários e das pensões, com mais investimento público, com a redução progressiva do horário de trabalho para as 35 horas semanais ou ainda com a criação de emprego público para reforçar serviços e responder a necessidades essenciais, na saúde, na educação, ou nos apoios sociais.