Basta de exploração
Por todo o País, as organizações do Partido tomam posição sobre a situação que se vive em inúmeras empresas e sectores. Em Espinho, os comunistas expressaram a sua solidariedade para com os trabalhadores da Jotex na sua luta em defesa dos seus direitos (que o Avante! noticiou na sua última edição) e do património da empresa. Para o PCP, «a rápida intervenção dos sindicatos e a firmeza dos trabalhadores obrigou a que a maquinaria não fosse retirada da empresa, tendo os trabalhadores da Jotex organizado piquetes de vigilância que duram até hoje».
No concelho de Ovar, o PCP exige o pagamento dos salários em atraso por parte da Sebra, do ramo do mobiliário. Esta empresa tem 250 trabalhadores em duas unidade e ainda não pagou os salários de Dezembro aos operários da unidade de Ovar, que não tiveram outra opção senão suspenderem os seus contratos recorrendo, para sobreviver, ao subsídio de desemprego.
Os comunistas apoiam a luta destes trabalhadores contra a insolvência da empresa e em defesa do património e vão apresentar, na Assembleia da República, um requerimento ao Governo, questionando-o acerca dos apoios específicos concedidos a este segmento específico do mobiliário tão afectado pela entrada em Portugal da Ikea, que, aliás, recebeu milhões de euros de apoios directos.
No concelho de Albufeira, a Comissão Concelhia do Partido denuncia os atropelos aos direitos dos trabalhadores em muitas unidades hoteleiras.
No grupo Luna Hotéis, estão a processar-se rescisões de contratos, mesmo em casos em que os trabalhadores não terão direito ao subsídio de desemprego. No Falésia Mar estão, igualmente, a conduzir trabalhadores a assinarem rescisões. Já no Sheraton, prossegue o PCP, está em curso o despedimento de trabalhadores efectivos, recorrendo depois o grupo aos serviços de empresas de trabalho temporário.
No Auramar, estão em atraso os salários de Janeiro e Fevereiro e a administração está a ir junto dos trabalhadores aconselhando-os a procurar outro trabalho, passando-se o mesmo no Real Santa Eulália. No Paraíso, a administração está a «informar» os trabalhadores de que só têm condições para pagar o mês de Fevereiro e o Hotel Aldeia está a pagar aos trabalhadores apenas 250 euros.
São estas atitudes, acusam os comunistas, que fazem com que, no Algarve, os 5 por cento mais ricos tenham uma riqueza igual aos 60 por cento mais pobres. A solução é só uma, realça o PCP: a unidade e a luta dos trabalhadores.
A célula do PCP na Eva-Transportes tem razões para crer que a empresa se prepara para tentar «contornar a questão do Tempo de Disponibilidade» que, com a entrada em vigor das alterações ao Código de Trabalho, deixou de contar como tempo de trabalho. Para o PCP, a empresa não pode aplicar esta medida pois tal é travado pelo Acordo de Empresa.
Segundo os comunistas, «pagar tempo de trabalho suplementar como tempo de disponibilidade, prejudicará o trabalhador no descanso compensatório a que tem direito sempre que realize trabalho suplementar».
Em Lisboa, o Partido lançou uma campanha dirigida aos motoristas de pesados de mercadorias, cujo lema é «Organiza-te! Basta de Exploração». A acção iniciou-se com a distribuição do primeiro número do boletim O Motorista, que o Avante! atempadamente deu nota, e prossegue agora com a colocação de cartazes.
No concelho de Ovar, o PCP exige o pagamento dos salários em atraso por parte da Sebra, do ramo do mobiliário. Esta empresa tem 250 trabalhadores em duas unidade e ainda não pagou os salários de Dezembro aos operários da unidade de Ovar, que não tiveram outra opção senão suspenderem os seus contratos recorrendo, para sobreviver, ao subsídio de desemprego.
Os comunistas apoiam a luta destes trabalhadores contra a insolvência da empresa e em defesa do património e vão apresentar, na Assembleia da República, um requerimento ao Governo, questionando-o acerca dos apoios específicos concedidos a este segmento específico do mobiliário tão afectado pela entrada em Portugal da Ikea, que, aliás, recebeu milhões de euros de apoios directos.
No concelho de Albufeira, a Comissão Concelhia do Partido denuncia os atropelos aos direitos dos trabalhadores em muitas unidades hoteleiras.
No grupo Luna Hotéis, estão a processar-se rescisões de contratos, mesmo em casos em que os trabalhadores não terão direito ao subsídio de desemprego. No Falésia Mar estão, igualmente, a conduzir trabalhadores a assinarem rescisões. Já no Sheraton, prossegue o PCP, está em curso o despedimento de trabalhadores efectivos, recorrendo depois o grupo aos serviços de empresas de trabalho temporário.
No Auramar, estão em atraso os salários de Janeiro e Fevereiro e a administração está a ir junto dos trabalhadores aconselhando-os a procurar outro trabalho, passando-se o mesmo no Real Santa Eulália. No Paraíso, a administração está a «informar» os trabalhadores de que só têm condições para pagar o mês de Fevereiro e o Hotel Aldeia está a pagar aos trabalhadores apenas 250 euros.
São estas atitudes, acusam os comunistas, que fazem com que, no Algarve, os 5 por cento mais ricos tenham uma riqueza igual aos 60 por cento mais pobres. A solução é só uma, realça o PCP: a unidade e a luta dos trabalhadores.
A célula do PCP na Eva-Transportes tem razões para crer que a empresa se prepara para tentar «contornar a questão do Tempo de Disponibilidade» que, com a entrada em vigor das alterações ao Código de Trabalho, deixou de contar como tempo de trabalho. Para o PCP, a empresa não pode aplicar esta medida pois tal é travado pelo Acordo de Empresa.
Segundo os comunistas, «pagar tempo de trabalho suplementar como tempo de disponibilidade, prejudicará o trabalhador no descanso compensatório a que tem direito sempre que realize trabalho suplementar».
Em Lisboa, o Partido lançou uma campanha dirigida aos motoristas de pesados de mercadorias, cujo lema é «Organiza-te! Basta de Exploração». A acção iniciou-se com a distribuição do primeiro número do boletim O Motorista, que o Avante! atempadamente deu nota, e prossegue agora com a colocação de cartazes.