A luta de massas, factor central no quadro político e eleitoral
O desenvolvimento da luta social de diversos sectores e em particular dos trabalhadores apresenta-se hoje, tal como no passado, como factor decisivo para a alteração do quadro político nacional e elemento central na batalha eleitoral que se avizinha.
O período que nos separa dos últimos actos eleitorais caracteriza-se pelo aumento da ofensiva política, económica e social de direita contra os trabalhadores e as populações, desenvolvida pelo Governo do PS, apoiada pelos deputados que suportam a maioria e pelos seus eleitos no Parlamento Europeu e nas autarquias locais.
A esta ofensiva os trabalhadores e as populações responderam de forma decidida, desenvolvendo uma profunda e ampla frente de luta social, das maiores que o País assistiu.
As grandes acções de convergência e a greve geral convocada pela CGTP, a luta da juventude e dos estudantes, das populações, dos agricultores, dos reformados, de diversos sectores profissionais, a luta decisiva nas empresas e locais de trabalho, são exemplos desta dinâmica de resistência e combate às políticas do Governo.
Uma luta que mais que nunca é necessário intensificar e desenvolver, numa altura em que estão bem à vista as consequências das erradas opções políticas do PS.
Hoje é mais claro que o desenvolvimento do País não passa por opções de mais do mesmo, de acrescentar mais crise à crise, não passa pela perigosa demagogia e muito menos passa por projectos inconsequentes e obcecados pelo mediatismo.
O desenvolvimento do País passa pelo reforço do PCP e da CDU, reforço das forças consequentes, passa por uma ruptura política.
O período que se avizinha será de intensa luta social; a luta nas empresas e locais de trabalho, dos estudantes a 24 de Março, dos agricultores a 26 de Março, da juventude trabalhadora a 28 de Março, das forças de segurança a 31 de Março.
As inúmeras acções em preparação de diversos sectores, apontam, desde já, para um período de intensa e importante luta social.
Coloca-se neste quadro a jornada convergente convocada pela CGTP-IN, sob o lema «Mudar de Rumo, mais emprego, salários e direitos», no próximo dia 13 Março. Um grande momento de luta e amplo espaço de convergência, de demonstração do profundo descontentamento e exigência de mudança por todos os que são atingidos pela injusta política do Governo e sofrem as consequências da crise.
Uma luta que não terminará aqui, pelo contrário, terá nos meses de Abril, Maio e Junho, importantes momentos de concentração de forças, com as comemorações dos 35 anos do 25 Abril, com o 1.º de Maio e com as eleições europeias a 7 de Junho.
Uma luta que terá de ir até ao voto, encontrando neste uma das formas de se reforçar e desenvolver.
O capital quererá manter o seu poder económico e político intocável e tudo fará para que tudo continue na mesma, utilizando para isso todos os instrumentos ao seu dispor.
Para o capital não interessa o cavalo que corre, desde que corra a seu favor, tal como não se importa com as beliscadelas sem consequências.
O que o preocupa é o nosso crescimento político, social e eleitoral, pois só este poderá efectivamente travar o seu poder e objectivos.
O capital leva muito a sério e acompanha de perto as nossas opções, os nossos objectivos, a nossa acção diária, a nossa persistência, o nosso papel mobilizador, a nossa proposta de convergência com todos os que querem a ruptura com o seu projecto.
Ao capital preocupa muito a nossa capacidade de levar a luta, a indignação e o descontentamento até ao voto e tudo fará para o desviar e canalizar para falsas saídas que sirvam de almofada ao descontentamento.
Daí, camaradas, contaremos para mais estas batalhas com nós próprios, com este grandioso colectivo partidário, com milhares e milhares de comunistas, com os nossos aliados, activistas e apoiantes da CDU, para uma grande jornada de luta que já começou, que terá grandes expressões em Março, Abril, Maio, Junho e Outubro, mas uma grande jornada de luta que terá necessariamente de continuar para além dos actos eleitorais.
Uma jornada de luta para a qual todos e cada um estão convocados, num trabalho de grande exigência na dinamização da luta social nas empresas, locais de trabalho, escolas, concelhos e freguesias, onde cada um terá de assumir para além do papel de dinamizador da luta, o papel de esclarecimento e mobilização para o voto na CDU.
A solidariedade, o apoio, o contributo ao desenvolvimento da luta, não foram expressas por entidades abstractas e vagas, não, os que estiveram e estão sempre de forma clara e inequívoca ao lado das justas lutas, foram e são os comunistas e os eleitos da CDU.
Cada um terá de confrontar os trabalhadores e as populações com esta realidade mobilizando-os para mais esta jornada de luta, mobilizando-os para o voto na CDU.
Não escamoteando as dificuldades, vamos para as batalhas eleitorais com uma enorme confiança. Confiança amparada no trabalho desenvolvido, nas propostas apresentadas, nas horas e dias de intervenção dentro e às portas das empresas, na acção desenvolvida junto de diversos sectores sociais e na solidariedade e apoio demonstrado pelas suas lutas.
Acima de tudo vamos para as batalhas eleitorais com uma enorme confiança na luta dos trabalhadores, das populações, da juventude, dos reformados, das mulheres, dos diversos sectores. Uma luta que um dia romperá com a política de direita, e que encontrará nas batalhas eleitorais uma forma de crescer e de ficar em melhores condições para cumprir os seus objectivos.
● Paulo Raimundo
O período que nos separa dos últimos actos eleitorais caracteriza-se pelo aumento da ofensiva política, económica e social de direita contra os trabalhadores e as populações, desenvolvida pelo Governo do PS, apoiada pelos deputados que suportam a maioria e pelos seus eleitos no Parlamento Europeu e nas autarquias locais.
A esta ofensiva os trabalhadores e as populações responderam de forma decidida, desenvolvendo uma profunda e ampla frente de luta social, das maiores que o País assistiu.
As grandes acções de convergência e a greve geral convocada pela CGTP, a luta da juventude e dos estudantes, das populações, dos agricultores, dos reformados, de diversos sectores profissionais, a luta decisiva nas empresas e locais de trabalho, são exemplos desta dinâmica de resistência e combate às políticas do Governo.
Uma luta que mais que nunca é necessário intensificar e desenvolver, numa altura em que estão bem à vista as consequências das erradas opções políticas do PS.
Hoje é mais claro que o desenvolvimento do País não passa por opções de mais do mesmo, de acrescentar mais crise à crise, não passa pela perigosa demagogia e muito menos passa por projectos inconsequentes e obcecados pelo mediatismo.
O desenvolvimento do País passa pelo reforço do PCP e da CDU, reforço das forças consequentes, passa por uma ruptura política.
O período que se avizinha será de intensa luta social; a luta nas empresas e locais de trabalho, dos estudantes a 24 de Março, dos agricultores a 26 de Março, da juventude trabalhadora a 28 de Março, das forças de segurança a 31 de Março.
As inúmeras acções em preparação de diversos sectores, apontam, desde já, para um período de intensa e importante luta social.
Coloca-se neste quadro a jornada convergente convocada pela CGTP-IN, sob o lema «Mudar de Rumo, mais emprego, salários e direitos», no próximo dia 13 Março. Um grande momento de luta e amplo espaço de convergência, de demonstração do profundo descontentamento e exigência de mudança por todos os que são atingidos pela injusta política do Governo e sofrem as consequências da crise.
Uma luta que não terminará aqui, pelo contrário, terá nos meses de Abril, Maio e Junho, importantes momentos de concentração de forças, com as comemorações dos 35 anos do 25 Abril, com o 1.º de Maio e com as eleições europeias a 7 de Junho.
Uma luta que terá de ir até ao voto, encontrando neste uma das formas de se reforçar e desenvolver.
O capital quererá manter o seu poder económico e político intocável e tudo fará para que tudo continue na mesma, utilizando para isso todos os instrumentos ao seu dispor.
Para o capital não interessa o cavalo que corre, desde que corra a seu favor, tal como não se importa com as beliscadelas sem consequências.
O que o preocupa é o nosso crescimento político, social e eleitoral, pois só este poderá efectivamente travar o seu poder e objectivos.
O capital leva muito a sério e acompanha de perto as nossas opções, os nossos objectivos, a nossa acção diária, a nossa persistência, o nosso papel mobilizador, a nossa proposta de convergência com todos os que querem a ruptura com o seu projecto.
Ao capital preocupa muito a nossa capacidade de levar a luta, a indignação e o descontentamento até ao voto e tudo fará para o desviar e canalizar para falsas saídas que sirvam de almofada ao descontentamento.
Daí, camaradas, contaremos para mais estas batalhas com nós próprios, com este grandioso colectivo partidário, com milhares e milhares de comunistas, com os nossos aliados, activistas e apoiantes da CDU, para uma grande jornada de luta que já começou, que terá grandes expressões em Março, Abril, Maio, Junho e Outubro, mas uma grande jornada de luta que terá necessariamente de continuar para além dos actos eleitorais.
Uma jornada de luta para a qual todos e cada um estão convocados, num trabalho de grande exigência na dinamização da luta social nas empresas, locais de trabalho, escolas, concelhos e freguesias, onde cada um terá de assumir para além do papel de dinamizador da luta, o papel de esclarecimento e mobilização para o voto na CDU.
A solidariedade, o apoio, o contributo ao desenvolvimento da luta, não foram expressas por entidades abstractas e vagas, não, os que estiveram e estão sempre de forma clara e inequívoca ao lado das justas lutas, foram e são os comunistas e os eleitos da CDU.
Cada um terá de confrontar os trabalhadores e as populações com esta realidade mobilizando-os para mais esta jornada de luta, mobilizando-os para o voto na CDU.
Não escamoteando as dificuldades, vamos para as batalhas eleitorais com uma enorme confiança. Confiança amparada no trabalho desenvolvido, nas propostas apresentadas, nas horas e dias de intervenção dentro e às portas das empresas, na acção desenvolvida junto de diversos sectores sociais e na solidariedade e apoio demonstrado pelas suas lutas.
Acima de tudo vamos para as batalhas eleitorais com uma enorme confiança na luta dos trabalhadores, das populações, da juventude, dos reformados, das mulheres, dos diversos sectores. Uma luta que um dia romperá com a política de direita, e que encontrará nas batalhas eleitorais uma forma de crescer e de ficar em melhores condições para cumprir os seus objectivos.
● Paulo Raimundo