Desemprego aumenta
Mais de oitenta trabalhadores da IBEL, instalada em Cesar, Oliveira de Azeméis, foram alvo de um despedimento colectivo e continuam com salários em atraso. A Comissão Concelhia local do Partido prestou a sua solidariedade aos trabalhadores, lembrando que tinha já alertado para a situação, em Outubro de 2007. Na ocasião, os comunistas chamaram a atenção para a dificuldade de encomendas, que tinha já gerado uma dívida de 14 milhões de euros, e para o período difícil por que estava a passar a produção e a grande incerteza quanto à manutenção dos seus cerca de 150 postos de trabalho.
A empresa encontrava-se perante um processo de insolvência e, segundo o PCP, «existiam boas perspectivas de um grupo francês GMD em a adquirir». Mas na última assembleia de credores, o BANIF votou contra, inviabilizando a empresa e mandando os trabalhadores para o desemprego.
Realçando que o processo que levou ao encerramento da empresa permanece pouco claro, o PCP pretende saber se o Governo acompanhou atempadamente o processo e se tomou as medidas necessárias para garantir a produção e defender os postos de trabalho. Até porque o PS prometeu, na campanha eleitoral, criar 150 mil empregos.
A empresa encontrava-se perante um processo de insolvência e, segundo o PCP, «existiam boas perspectivas de um grupo francês GMD em a adquirir». Mas na última assembleia de credores, o BANIF votou contra, inviabilizando a empresa e mandando os trabalhadores para o desemprego.
Realçando que o processo que levou ao encerramento da empresa permanece pouco claro, o PCP pretende saber se o Governo acompanhou atempadamente o processo e se tomou as medidas necessárias para garantir a produção e defender os postos de trabalho. Até porque o PS prometeu, na campanha eleitoral, criar 150 mil empregos.