O SAMS é dos bancários!
O Organismo de Direcção da Organização dos Bancários de Lisboa do PCP está contra a venda do património e dos serviços do SAMS ao grupo Hospitais Privados de Portugal, SGPS, SA – detida a 75 por cento pela Fidelidade Mundial e o resto pela espanhola USP Hospitales. Os bancários comunistas reagiram, peremptoriamente, em comunicado, às «movimentações e informações públicas sobre a venda dos Serviços de Assistência Médico-Social (SAMS) dos bancários da área do sul e ilhas (património e/ou controlo operacional)» àquele grupo privado.
Para o PCP, estas movimentações e eventuais acordos «inserem-se na tentativa de domínio do sector da saúde pelos grandes centros do capital financeiro». Segundo os comunistas, os SAMS são uma «entidade autónoma de todos os beneficiários que para aí fazem os seus descontos», sejam eles sindicalizados no Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI) ou noutro sindicato, ou mesmo que não pertençam a nenhuma organização sindical. E não são, esclarecem, «propriedade do SBSI».
Face a isto, este sindicato não tem qualquer legitimidade para alienar a gestão ou o património do SAMS, pelo que qualquer negócio que possa vir a existir neste sentido será «nulo ou anulável». Aliás, acrescenta o PCP, o SBSI nem sequer tem legitimidade para gerir estes serviços, embora reconheça que tal tem sido tolerado em nome da «unidade» dos SAMS.
Os comunistas garantem que continuarão a «defender os SAMS para todos os bancários», tendo em vista o seu alargamento a todos os trabalhadores da banca. A autonomia e a distinção clara entre os SAMS e o SBSI, através da separação dos respectivos meios técnicos e humanos, é outra das propostas do PCP, que apoiará e incentivará ainda «as iniciativas que os bancários venham a tomar e a desenvolver» em torno destes objectivos.
Para o PCP, estas movimentações e eventuais acordos «inserem-se na tentativa de domínio do sector da saúde pelos grandes centros do capital financeiro». Segundo os comunistas, os SAMS são uma «entidade autónoma de todos os beneficiários que para aí fazem os seus descontos», sejam eles sindicalizados no Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI) ou noutro sindicato, ou mesmo que não pertençam a nenhuma organização sindical. E não são, esclarecem, «propriedade do SBSI».
Face a isto, este sindicato não tem qualquer legitimidade para alienar a gestão ou o património do SAMS, pelo que qualquer negócio que possa vir a existir neste sentido será «nulo ou anulável». Aliás, acrescenta o PCP, o SBSI nem sequer tem legitimidade para gerir estes serviços, embora reconheça que tal tem sido tolerado em nome da «unidade» dos SAMS.
Os comunistas garantem que continuarão a «defender os SAMS para todos os bancários», tendo em vista o seu alargamento a todos os trabalhadores da banca. A autonomia e a distinção clara entre os SAMS e o SBSI, através da separação dos respectivos meios técnicos e humanos, é outra das propostas do PCP, que apoiará e incentivará ainda «as iniciativas que os bancários venham a tomar e a desenvolver» em torno destes objectivos.