Preparar o Congresso!
A Direcção da Organização Regional de Leiria do PCP está empenhada na preparação do XVIII Congresso do Partido, a par da continuação que continuará a dar aos problemas e aspirações dos trabalhadores e das populações.
É fundamental melhorar a capacidade financeira do Partido
A concretização dos investimentos anunciados pelo Governo para os concelhos do Oeste do distrito de Leiria, no âmbito do QREN e até 2017, situa-se «num plano bastante longínquo» e não anula o agravamento da situação económica e social de milhares de famílias e o desaparecimento acelerado do aparelho produtivo, afirma a Direcção da Organização Regional Leiria do PCP. Aliás, prossegue, muito desse investimento não é apenas do Governo central mas também municipal e privado.
Entretanto, apesar do historial de «promessas não cumpridas» deste Governo, a DORLEI considera algumas daquelas infra-estruturas positivas, embora apenas abranjam seis concelhos do Sul do distrito. Isto «não anula», contudo, a realidade da destruição do aparelho produtivo regional, da degradação acelerada da situação económica e social do distrito ou dos quase dois anos de atraso na aplicação dos fundos do QREN.
Razão por que o PCP regista também com preocupação o facto de as opções do Governo em matéria de Projectos de Investimento Prioritários e Planos de Investimentos em Infra-estruturas Prioritárias serem dirigidas para o sector do turismo dominado pelo grande capital financeiro e imobiliário e não para os sectores produtivos, agricultura, pescas e indústria, claramente secundarizado no investimento anunciado. Aliás, a política energética do actual Governo «não é alheia» à difícil situação que sectores industriais tradicionais, como a cerâmica e o vidro manual, estão a viver.
Defender a floresta
Um «veemente protesto» merece também o Decreto-lei que cria a Autoridade Florestal Nacional e abre portas à gestão privada das matas nacionais, nomeadamente o Pinhal de Leiria. De facto, o que o Governo PS quer é «colocar nas mãos dos grandes empresários da celulose – Portucel ou ALTRI (ex- CAIMO e CELBI) – a gestão do valioso património público e ambiental do País, a pretexto de que «o Estado não está vocacionado para o exercício de determinadas funções». Ora, a verdade é que a floresta nacional foi deliberadamente negligenciada «com políticas contrárias à sua preservação e valorização», diz o PCP, que já tomou a iniciativa de chamar à apreciação parlamentar o referido decreto-lei e apela à mobilização e combate a este projecto, pois sem luta nada se consegue!
Por fim, no sentido de melhorar a organização do Partido no distrito e enfrentar as tarefas que se colocam nos tempos mais próximos, a DORLEI decidiu lançar a campanha «Reforçar o Partido, aumentar a capacidade política e financeira», que decorrerá até ao fim do ano, com vista à actualização do pagamento das quotas. A sua atenção, porém, está virada neste momento fundamentalmente para a preparação do XVIII Congresso e a realização de reuniões e plenários que permitam a todos os militantes «contribuir com os seus conhecimentos e reflexão para a melhoria e enriquecimento dos documentos, acerto das análises e orientações e o reforço da unidade e coesão do Partido como expressão do trabalho colectivo».
Entretanto, apesar do historial de «promessas não cumpridas» deste Governo, a DORLEI considera algumas daquelas infra-estruturas positivas, embora apenas abranjam seis concelhos do Sul do distrito. Isto «não anula», contudo, a realidade da destruição do aparelho produtivo regional, da degradação acelerada da situação económica e social do distrito ou dos quase dois anos de atraso na aplicação dos fundos do QREN.
Razão por que o PCP regista também com preocupação o facto de as opções do Governo em matéria de Projectos de Investimento Prioritários e Planos de Investimentos em Infra-estruturas Prioritárias serem dirigidas para o sector do turismo dominado pelo grande capital financeiro e imobiliário e não para os sectores produtivos, agricultura, pescas e indústria, claramente secundarizado no investimento anunciado. Aliás, a política energética do actual Governo «não é alheia» à difícil situação que sectores industriais tradicionais, como a cerâmica e o vidro manual, estão a viver.
Defender a floresta
Um «veemente protesto» merece também o Decreto-lei que cria a Autoridade Florestal Nacional e abre portas à gestão privada das matas nacionais, nomeadamente o Pinhal de Leiria. De facto, o que o Governo PS quer é «colocar nas mãos dos grandes empresários da celulose – Portucel ou ALTRI (ex- CAIMO e CELBI) – a gestão do valioso património público e ambiental do País, a pretexto de que «o Estado não está vocacionado para o exercício de determinadas funções». Ora, a verdade é que a floresta nacional foi deliberadamente negligenciada «com políticas contrárias à sua preservação e valorização», diz o PCP, que já tomou a iniciativa de chamar à apreciação parlamentar o referido decreto-lei e apela à mobilização e combate a este projecto, pois sem luta nada se consegue!
Por fim, no sentido de melhorar a organização do Partido no distrito e enfrentar as tarefas que se colocam nos tempos mais próximos, a DORLEI decidiu lançar a campanha «Reforçar o Partido, aumentar a capacidade política e financeira», que decorrerá até ao fim do ano, com vista à actualização do pagamento das quotas. A sua atenção, porém, está virada neste momento fundamentalmente para a preparação do XVIII Congresso e a realização de reuniões e plenários que permitam a todos os militantes «contribuir com os seus conhecimentos e reflexão para a melhoria e enriquecimento dos documentos, acerto das análises e orientações e o reforço da unidade e coesão do Partido como expressão do trabalho colectivo».