Mais desemprego em Braga
A gravidade da situação social no distrito de Braga «exige um novo impulso na luta por uma mudança de política». Quem o afirma é a Direcção da Organização Regional de Braga do PCP, que apresentou no distrito, no dia 16, a nova campanha partidária «É tempo de lutar, é tempo de mudar – Mais força ao PCP».
Para os comunistas desta região, a «realidade económica e social do distrito de Braga constitui o mais forte desmentido da propaganda governamental». Braga tem uma das mais altas taxas de desemprego do País, a rondar os 12 por cento, sendo na «flagelada zona» do Vale do Ave ainda superior a este valor.
O PCP acusa mesmo o Governo de manipular os números do desemprego. Os números divulgados na comunicação social regional de uma quebra de 25 por cento de desempregados desde a entrada em funções do Governo são um «exercício de fantasia» e uma «manipulação grosseira».
Os números do Instituto do Emprego e Formação Profissional só contam com os inscritos nos centros de emprego. Mas nestes anos, afirma o PCP, «milhares de trabalhadores deste distrito emigraram para a Galiza». Há também milhares de desempregados há mais de três anos que «não contam nestes números». As acções de formação «roubam» desempregados às estatísticas.
Pondo os pontos nos «is», o PCP revela que o distrito perdeu, entre Junho e Julho, mais de cinco mil empregos. Com o final do mês de Agosto, prossegue, «mais um conjunto de empresas não abriram as portas». Entre estas, contam-se a Sarotos, em Braga, a Meneses & Pacheco, em Vila Verde, a Fidar, em Guimarães, a fábrica do ferro em Fafe, a Oliveira Ferreira, em Famalicão. Outras apresentaram já pedidos de insolvência ou suspenderam a sua laboração. São os casos, entre outras, da Alvorada e a Sampaio Freitas, em Fafe, ou a Alberto Sousa, em Guimarães. A TOR-Barcelos é uma das que poderá vir também a encerrar.
Face a esta situação, serão realizadas em todos os concelhos do distrito acções do Partido junto dos trabalhadores nas empresas e das populações.
Para os comunistas desta região, a «realidade económica e social do distrito de Braga constitui o mais forte desmentido da propaganda governamental». Braga tem uma das mais altas taxas de desemprego do País, a rondar os 12 por cento, sendo na «flagelada zona» do Vale do Ave ainda superior a este valor.
O PCP acusa mesmo o Governo de manipular os números do desemprego. Os números divulgados na comunicação social regional de uma quebra de 25 por cento de desempregados desde a entrada em funções do Governo são um «exercício de fantasia» e uma «manipulação grosseira».
Os números do Instituto do Emprego e Formação Profissional só contam com os inscritos nos centros de emprego. Mas nestes anos, afirma o PCP, «milhares de trabalhadores deste distrito emigraram para a Galiza». Há também milhares de desempregados há mais de três anos que «não contam nestes números». As acções de formação «roubam» desempregados às estatísticas.
Pondo os pontos nos «is», o PCP revela que o distrito perdeu, entre Junho e Julho, mais de cinco mil empregos. Com o final do mês de Agosto, prossegue, «mais um conjunto de empresas não abriram as portas». Entre estas, contam-se a Sarotos, em Braga, a Meneses & Pacheco, em Vila Verde, a Fidar, em Guimarães, a fábrica do ferro em Fafe, a Oliveira Ferreira, em Famalicão. Outras apresentaram já pedidos de insolvência ou suspenderam a sua laboração. São os casos, entre outras, da Alvorada e a Sampaio Freitas, em Fafe, ou a Alberto Sousa, em Guimarães. A TOR-Barcelos é uma das que poderá vir também a encerrar.
Face a esta situação, serão realizadas em todos os concelhos do distrito acções do Partido junto dos trabalhadores nas empresas e das populações.