Defender o ensino do português no estrangeiro
O PS chumbou um projecto de resolução do PCP sobre o ensino do Português no estrangeiro. Idêntico destino teve um projecto do PSD sobre a mesma matéria no qual era defendida uma reforma do ensino da língua portuguesa no estrangeiro, que incluía a integração do português nos sistemas educativos dos países de acolhimento.
Entre as 22 propostas que integravam o projecto comunista realce para a que recomendava ao Governo a aprovação de um investimento financeiro capaz de cumprir a Lei de Bases do sistema educativo e a Constituição.
A adopção de um conjunto de medidas que promovam a língua e a cultura portuguesa, em estreita colaboração com os países da CPLP e com as nossas comunidades, nomeadamente com o seu forte movimento associativo, constitui outra das propostas que constam do diploma, onde se pede, por outro lado, o reconhecimento das associações de pais como elemento fundamental na organização do ensino do português no estrangeiro, e, bem assim, a colocação, por concurso, dos coordenadores de ensino.
Tais medidas são consideradas da maior importância, na perspectiva do PCP, face aos muitos e graves problemas que perpassam o ensino do português no estrangeiro. Este encontra-se, como sublinhou no debate o deputado comunista Jorge Machado, em «estado calamitoso», fruto das políticas irresponsáveis de sucessivos governos PS e PSD.
Exemplos concretos desses problemas deu-os ainda o parlamentar do PCP, lembrando, entre outros, os atrasos na colocação de professores na Alemanha que deixaram muitos alunos três e quatro meses sem aulas de português ou o caso dos EUA onde o Estado português não gasta um euro no ensino do português e onde não existe há mais de dois anos um coordenador de ensino.
O PS justificou o chumbo aos dois projectos de resolução alegando que o Governo estaria a desenvolver iniciativas nesta matéria, como a criação da plataforma do ensino à distância.
Entre as 22 propostas que integravam o projecto comunista realce para a que recomendava ao Governo a aprovação de um investimento financeiro capaz de cumprir a Lei de Bases do sistema educativo e a Constituição.
A adopção de um conjunto de medidas que promovam a língua e a cultura portuguesa, em estreita colaboração com os países da CPLP e com as nossas comunidades, nomeadamente com o seu forte movimento associativo, constitui outra das propostas que constam do diploma, onde se pede, por outro lado, o reconhecimento das associações de pais como elemento fundamental na organização do ensino do português no estrangeiro, e, bem assim, a colocação, por concurso, dos coordenadores de ensino.
Tais medidas são consideradas da maior importância, na perspectiva do PCP, face aos muitos e graves problemas que perpassam o ensino do português no estrangeiro. Este encontra-se, como sublinhou no debate o deputado comunista Jorge Machado, em «estado calamitoso», fruto das políticas irresponsáveis de sucessivos governos PS e PSD.
Exemplos concretos desses problemas deu-os ainda o parlamentar do PCP, lembrando, entre outros, os atrasos na colocação de professores na Alemanha que deixaram muitos alunos três e quatro meses sem aulas de português ou o caso dos EUA onde o Estado português não gasta um euro no ensino do português e onde não existe há mais de dois anos um coordenador de ensino.
O PS justificou o chumbo aos dois projectos de resolução alegando que o Governo estaria a desenvolver iniciativas nesta matéria, como a criação da plataforma do ensino à distância.