Degradação financeira em Lisboa
A Câmara de Lisboa (CML) enfrenta, nos dias de hoje, uma profundíssima degradação financeira. Responsáveis por esta situação são as políticas de direita dos sucessivos governos PS e PSD, que, através de uma inaceitável ingerência, por via das leis do Orçamento de Estado e da Lei das Finanças Locais, vieram restringir, de forma dramática, o acesso a receitas essenciais à gestão da cidade.
Esta situação deriva, ainda, do que foi a gestão do PSD, que recebeu o apoio do PS nas principais decisões tomadas, designadamente na «sobreavaliação de receitas municipais que vieram condicionar o controlo das despesas», a «ausência de medidas de salvaguarda do património», a «contratação de serviços e assessorias com carácter meramente supérfluo» e o «lançamento de obras, sem o necessário, prévio planeamento».
«Com uma má gestão do erário público e uma ainda pior política de defesa do património municipal, o PSD, com o respaldo do PS, ajudou a conduzir a CML para uma situação financeira muitíssimo preocupante», alertou, recentemente, na Assembleia Municipal de Lisboa, João Saraiva, eleito pelo PCP.
Referindo-se ao empréstimo financeiro de 400 milhões de euros que a autarquia acabou por contrair, menos 100 milhões que a proposta aprovada pelo executivo PS/BE, o comunista lembrou que este poderá «acabar com a absurda situação entre a Câmara e a grande maioria dos fornecedores».
«Não faz qualquer sentido, não trabalhar para a resolução de uma situação que tem conduzido ao estrangulamento de diversas empresas fornecedoras da CML, que a muito custo sobrevivem, algumas, e que caminharam, mesmo, para a falência, outras, obviamente com a consequente colocação em causa de postos de trabalho», referiu João Saraiva, acrescentando: «É altura de cada um assumir as suas responsabilidades».
Propostas para a cidade
Os eleitos do PCP na Assembleia Municipal de Lisboa (AML) apresentaram, anteontem, uma moção onde se reclama, do Governo, a reposição do poder de compra dos trabalhadores da Administração Pública, tendo em consideração os 10 por cento que perderam nos últimos cinco anos.
Os comunistas apresentaram uma outra moção no sentido que a AML acompanhe a evolução da situação do Parque das Nações, nomeadamente nas vertentes urbanística, social e de acessibilidades.
Por fim, fizeram chegar àquele órgão autárquico uma recomendação para que a Câmara «desenvolva esforços no sentido de encontrar um espaço adequando para a Associação de Solidariedade e Desenvolvimento Internacional – VITAE, instituição que dá apoio às pessoas sem abrigo.
Esta situação deriva, ainda, do que foi a gestão do PSD, que recebeu o apoio do PS nas principais decisões tomadas, designadamente na «sobreavaliação de receitas municipais que vieram condicionar o controlo das despesas», a «ausência de medidas de salvaguarda do património», a «contratação de serviços e assessorias com carácter meramente supérfluo» e o «lançamento de obras, sem o necessário, prévio planeamento».
«Com uma má gestão do erário público e uma ainda pior política de defesa do património municipal, o PSD, com o respaldo do PS, ajudou a conduzir a CML para uma situação financeira muitíssimo preocupante», alertou, recentemente, na Assembleia Municipal de Lisboa, João Saraiva, eleito pelo PCP.
Referindo-se ao empréstimo financeiro de 400 milhões de euros que a autarquia acabou por contrair, menos 100 milhões que a proposta aprovada pelo executivo PS/BE, o comunista lembrou que este poderá «acabar com a absurda situação entre a Câmara e a grande maioria dos fornecedores».
«Não faz qualquer sentido, não trabalhar para a resolução de uma situação que tem conduzido ao estrangulamento de diversas empresas fornecedoras da CML, que a muito custo sobrevivem, algumas, e que caminharam, mesmo, para a falência, outras, obviamente com a consequente colocação em causa de postos de trabalho», referiu João Saraiva, acrescentando: «É altura de cada um assumir as suas responsabilidades».
Propostas para a cidade
Os eleitos do PCP na Assembleia Municipal de Lisboa (AML) apresentaram, anteontem, uma moção onde se reclama, do Governo, a reposição do poder de compra dos trabalhadores da Administração Pública, tendo em consideração os 10 por cento que perderam nos últimos cinco anos.
Os comunistas apresentaram uma outra moção no sentido que a AML acompanhe a evolução da situação do Parque das Nações, nomeadamente nas vertentes urbanística, social e de acessibilidades.
Por fim, fizeram chegar àquele órgão autárquico uma recomendação para que a Câmara «desenvolva esforços no sentido de encontrar um espaço adequando para a Associação de Solidariedade e Desenvolvimento Internacional – VITAE, instituição que dá apoio às pessoas sem abrigo.