CDU denuncia problemas
Depois de ter realizado um vasto conjunto de visitas, Ilda Figueiredo, vereadora do PCP na Câmara de Vila Nova de Gaia, alertou para os problemas que existem no concelho.
Registam-se pressões sobre os trabalhadores efectivos
Relativamente às escolas, a comunista alertou para as «graves carências de equipamentos», incluindo a ausência de amplos espaços cobertos para recreio das crianças e actividades diversas. Nesta área denunciou ainda a «falta de cantinas e a manutenção de aulas em pré-fabricados com coberturas em fibrocimento e com algum amianto». Entre os exemplos mais gritantes, contam-se escolas em Grijó, Perosinho, Olival e Pedroso.
No que diz respeito ao urbanismo, Ilda Figueiredo deu a conhecer a «forte contestação da população», de Arcozelo, face às obras de construção de um supermercado (Pingo Doce) que ocupou cerca de metade de uma faixa de rodagem na Avenida da Igreja.
A eurodeputada alertou ainda para o facto de a empresa Barbosa&Almeida ter vindo a receber fundos públicos, incluindo da União Europeia, e outros apoios e benefícios fiscais para investimentos e criação de postos de trabalho, «o que não acontece». «Neste momento registam-se pressões sobre os trabalhadores efectivos para a rescisão dos respectivos contratos de trabalho, visando a sua substituição por trabalhadores precários, com salários muito inferiores», acusou.
Num documento enviado aos jornalistas, foi também dado a conhecer a deslocação de Ilda Figueiredo ao Mosteiro de Grijá. Na visita foi contactada a necessidade de concluir as obras de reabilitação que estão ali a ser levadas a efeito pelo IPPAR com apoios comunitários, através do Plano Operacional da Cultura. Este problema será levado à Comissão Europeia visando obter informações sobre os motivos dos atrasos que se verificam.
Ilda Figueiredo colocará, de igual forma, um conjunto de questões relativas aos apoios concedidos à empresa Barbosa & Almeida.
Orçamento «empolado»
Sexta-feira, Ilda Figueiredo acusou Luís Filipe Menezes, presidente da autarquia, de ter «empolado» os valores do Orçamento para 2008 «para justificar a continuação da propaganda». «Do montante de receita global previsto - cerca de 266 milhões de euros -, na melhor das hipóteses será concretizada pouco mais de metade», afirmou a eleita do PCP, no final da reunião do executivo camarário de Gaia em que o Plano e Orçamento para 2008 foi aprovado, apenas com os votos favoráveis da coligação PSD/CDS-PP.
No que diz respeito ao urbanismo, Ilda Figueiredo deu a conhecer a «forte contestação da população», de Arcozelo, face às obras de construção de um supermercado (Pingo Doce) que ocupou cerca de metade de uma faixa de rodagem na Avenida da Igreja.
A eurodeputada alertou ainda para o facto de a empresa Barbosa&Almeida ter vindo a receber fundos públicos, incluindo da União Europeia, e outros apoios e benefícios fiscais para investimentos e criação de postos de trabalho, «o que não acontece». «Neste momento registam-se pressões sobre os trabalhadores efectivos para a rescisão dos respectivos contratos de trabalho, visando a sua substituição por trabalhadores precários, com salários muito inferiores», acusou.
Num documento enviado aos jornalistas, foi também dado a conhecer a deslocação de Ilda Figueiredo ao Mosteiro de Grijá. Na visita foi contactada a necessidade de concluir as obras de reabilitação que estão ali a ser levadas a efeito pelo IPPAR com apoios comunitários, através do Plano Operacional da Cultura. Este problema será levado à Comissão Europeia visando obter informações sobre os motivos dos atrasos que se verificam.
Ilda Figueiredo colocará, de igual forma, um conjunto de questões relativas aos apoios concedidos à empresa Barbosa & Almeida.
Orçamento «empolado»
Sexta-feira, Ilda Figueiredo acusou Luís Filipe Menezes, presidente da autarquia, de ter «empolado» os valores do Orçamento para 2008 «para justificar a continuação da propaganda». «Do montante de receita global previsto - cerca de 266 milhões de euros -, na melhor das hipóteses será concretizada pouco mais de metade», afirmou a eleita do PCP, no final da reunião do executivo camarário de Gaia em que o Plano e Orçamento para 2008 foi aprovado, apenas com os votos favoráveis da coligação PSD/CDS-PP.