Política fiscal errada!
Os vereadores da CDU na Câmara de Vila Franca de Xira deram nota negativa à política que o PS tem vindo a desenvolver na autarquia. Nesse sentido, os comunistas votaram contra o Orçamento para 2008 e as Grandes Opções do Plano do município.
Arrecadar mais receitas a todo o custo
«Só a intransigência do PS justifica o facto de neste orçamento municipal não se poder verificar alguma vontade na atenuação da carga fiscal sobre os rendimentos das famílias», acusam os eleitos do PCP, acrescentando: «Decidiram ignorar que o crescimento regular das receitas provenientes do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), como se assume como a melhor fonte de receitas do Orçamento da Câmara, poderia reflectir-se na redução justa das taxas de IMI a cobrar aos munícipes, manifestando-se como uma prática de atenuação de sobrecarga fiscal que o PS tem imposto aos rendimentos familiares».
Em vez disso, continuam, «o PS na autarquia mantém-se na mesma linha da Assembleia da República, ou seja de arrecadar mais receitas a todo o custo».
A CDU critica ainda o aumento de quase cem por cento dos impostos cobrados em loteamentos e obras, «antevendo-se o regresso da vaga do betão e do domínio imperial da especulação imobiliária sobre o ordenamento do território».
Relativamente às Grandes Opções do Plano, os comunistas, ao contrário do PS, lembram que o concelho necessita de políticas e estratégias diferentes daquelas que são evidenciadas pelos planos. «Entendemos que este protelar de investimentos se traduzem num atraso progressivo do concelho, com o qual não podemos concordar», afirmam os eleitos do PCP.
Em vez disso, continuam, «o PS na autarquia mantém-se na mesma linha da Assembleia da República, ou seja de arrecadar mais receitas a todo o custo».
A CDU critica ainda o aumento de quase cem por cento dos impostos cobrados em loteamentos e obras, «antevendo-se o regresso da vaga do betão e do domínio imperial da especulação imobiliária sobre o ordenamento do território».
Relativamente às Grandes Opções do Plano, os comunistas, ao contrário do PS, lembram que o concelho necessita de políticas e estratégias diferentes daquelas que são evidenciadas pelos planos. «Entendemos que este protelar de investimentos se traduzem num atraso progressivo do concelho, com o qual não podemos concordar», afirmam os eleitos do PCP.