Queixas sucedem-se
As queixas sobre o funcionamento das várias unidades de saúde surgem de todos os cantos e recantos do País.
Por exemplo, a Direcção da Organização Regional de Vila Real do PCP está preocupada com as ameaças que pairam sobre SAPs e Serviços de Urgência do distrito, que em muitos casos são «a única forma de acesso a cuidados de saúde». Condena, pois, o encerramento do Serviço de Urgência do Hospital D. Luís I, na Régua, que obriga as populações dos concelhos de Santa Marta de Penaguião, Mesão Frio, Réguas e franjas populacionais de concelhos limítrofes a deslocaram-se várias dezenas de quilómetros até ao serviço de urgência mais próximo.
Assim, apesar de considerar «válidas e positivas» todas as medidas apresentadas pelo Ministério da Saúde para o Hospital D. Luís, o PCP não aceita que «a moeda de troca» para isso seja o encerramento das urgências deste hospital.
Portalegre
«Vergonha», é a palavra mais suave que a Direcção da Organização Regional de Portalegre encontra para definir o que se passa com a o serviço de hemodiálise do distrito, que continua «condenado ao mais retrógrado e anacrónico isolamento».
Na verdade, o PCP «não tolera» que cerca de 20 idosos «sejam torturados trissemanalmente, com viagens em condições de indescritível debilidade física e psicológica», porque a clínica de Hemodiálise de Portalegre não tem capacidade para o seu tratamento, de que, aliás, depende a sua vida!
Tudo, porque o ministro da Saúde
Porque o Sr. Ministro da Saúde decidiu anular o concurso para a construção de uma nova clínica de Hemodiálise em Portalegre, baseado num relatório da «nebulosa Entidade Reguladora de Saúde»
O PCP exige, assim, que o ministro diga publicamente o porquê da sua posição e, acima de tudo, as alternativas que tem para a resolução o mais célere possível do problema.
Figueiró
Depois de encerrar a Maternidade no Hospital São Gonçalo, de ter passado a encerrar às 22h00 as urgências medico-cirúrgicas (antes abertas 24 horas), e de tudo indicar que com a entrada em funcionamento do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, este horário seja de novo reduzido, paira no horizonte a ameaça de encerramento da extensão de Saúde de Figueiró, que serve as freguesias de Figueiró (Santiago), Figueiró (Santa Cristina), Mancelos e Freixo de Cima, em Amarante.
A preocupação é colocada pela organização da zona de Figueiró do PCP, que acusa o Governo de estar a encerrar os serviços de proximidade, «ignorando o facto da maioria dos utentes serem idosos e de não existirem suficientes transportes públicos para Amarante», razão por que vai enviar à Administração Regional de Saúde do Norte um ofício pedindo a confirmação deste rumor. Entretanto, tomará todas as medidas ao seu alcance para que este serviço se mantenha em funcionamento.
Pontinha
Também em Odivelas, a Comissão Concelhia do PCP, acusa o Ministério da Saúde de procurar diminuir os recursos humanos no Centro de Saúde da Pontinha (extensões da Urmeira e Famões).
Solidarizando-se com profissionais contratados a termo destas extensões, o PCP garante que «nenhum é dispensável!». Aliás, estes profissionais – alguns com contrato a termo há 8 ou 9 anos, portanto já com um posto de trabalho permanente – têm sido «fundamentais para assegurar os cuidados de saúde à população», face ao insuficiente número de trabalhadores do quadro. O PCP lembra, entretanto, que o Centro de Saúde da Pontinha, incluindo as extensões da Urmeira e Famões, conta com 26% de utentes sem médico de família e que, antes da publicação desta legislação, já lhe faltavam 8 médicos e 26 enfermeiros, para a necessária prestação de cuidados de saúde adequados aos seus cerca de 42.000 utentes.
Por exemplo, a Direcção da Organização Regional de Vila Real do PCP está preocupada com as ameaças que pairam sobre SAPs e Serviços de Urgência do distrito, que em muitos casos são «a única forma de acesso a cuidados de saúde». Condena, pois, o encerramento do Serviço de Urgência do Hospital D. Luís I, na Régua, que obriga as populações dos concelhos de Santa Marta de Penaguião, Mesão Frio, Réguas e franjas populacionais de concelhos limítrofes a deslocaram-se várias dezenas de quilómetros até ao serviço de urgência mais próximo.
Assim, apesar de considerar «válidas e positivas» todas as medidas apresentadas pelo Ministério da Saúde para o Hospital D. Luís, o PCP não aceita que «a moeda de troca» para isso seja o encerramento das urgências deste hospital.
Portalegre
«Vergonha», é a palavra mais suave que a Direcção da Organização Regional de Portalegre encontra para definir o que se passa com a o serviço de hemodiálise do distrito, que continua «condenado ao mais retrógrado e anacrónico isolamento».
Na verdade, o PCP «não tolera» que cerca de 20 idosos «sejam torturados trissemanalmente, com viagens em condições de indescritível debilidade física e psicológica», porque a clínica de Hemodiálise de Portalegre não tem capacidade para o seu tratamento, de que, aliás, depende a sua vida!
Tudo, porque o ministro da Saúde
Porque o Sr. Ministro da Saúde decidiu anular o concurso para a construção de uma nova clínica de Hemodiálise em Portalegre, baseado num relatório da «nebulosa Entidade Reguladora de Saúde»
O PCP exige, assim, que o ministro diga publicamente o porquê da sua posição e, acima de tudo, as alternativas que tem para a resolução o mais célere possível do problema.
Figueiró
Depois de encerrar a Maternidade no Hospital São Gonçalo, de ter passado a encerrar às 22h00 as urgências medico-cirúrgicas (antes abertas 24 horas), e de tudo indicar que com a entrada em funcionamento do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, este horário seja de novo reduzido, paira no horizonte a ameaça de encerramento da extensão de Saúde de Figueiró, que serve as freguesias de Figueiró (Santiago), Figueiró (Santa Cristina), Mancelos e Freixo de Cima, em Amarante.
A preocupação é colocada pela organização da zona de Figueiró do PCP, que acusa o Governo de estar a encerrar os serviços de proximidade, «ignorando o facto da maioria dos utentes serem idosos e de não existirem suficientes transportes públicos para Amarante», razão por que vai enviar à Administração Regional de Saúde do Norte um ofício pedindo a confirmação deste rumor. Entretanto, tomará todas as medidas ao seu alcance para que este serviço se mantenha em funcionamento.
Pontinha
Também em Odivelas, a Comissão Concelhia do PCP, acusa o Ministério da Saúde de procurar diminuir os recursos humanos no Centro de Saúde da Pontinha (extensões da Urmeira e Famões).
Solidarizando-se com profissionais contratados a termo destas extensões, o PCP garante que «nenhum é dispensável!». Aliás, estes profissionais – alguns com contrato a termo há 8 ou 9 anos, portanto já com um posto de trabalho permanente – têm sido «fundamentais para assegurar os cuidados de saúde à população», face ao insuficiente número de trabalhadores do quadro. O PCP lembra, entretanto, que o Centro de Saúde da Pontinha, incluindo as extensões da Urmeira e Famões, conta com 26% de utentes sem médico de família e que, antes da publicação desta legislação, já lhe faltavam 8 médicos e 26 enfermeiros, para a necessária prestação de cuidados de saúde adequados aos seus cerca de 42.000 utentes.