Servir as populações
A Direcção da Organização Regional de Santarém do PCP, em comunicado de dia 12, acusa o Governo de estar a conduzir a gestão do Centro Hospitalar do Médio Tejo «de forma confusa». A proposta governamental de reestruturação das urgências, iniciada em Outubro do ano passado, prevê a desqualificação dos serviços dos hospitais de Tomar e de Torres Novas.
Realçando a «enorme onda de protesto», que a situação gerou, os comunistas de Santarém lembram que esta culminou numa proposta que gerou um amplo consenso, tendo sido aprovada em muitas câmaras e assembleias municipais. Mas o ministro não respondeu, lamentam.
O PCP repudia a acção do Governo e do PS que afirmam, indiferentes ao protesto, que tudo «vai ficar na mesma» e que vão ser assinados protocolos entre as autarquias e o Governo. Mas estes nunca mais aparecem assinados, realçam os comunistas.
Por seu lado, o PCP defende que a constituição do Centro Hospitalar «permite uma gestão mais racional dos recursos dos três hospitais» e entende que é indispensável «reestruturar os serviços do Centro de forma a torná-los socialmente mais produtivos e mais atractivos para os utentes e para os profissionais». A reestruturação terá que ser feita com as autarquias que o Centro serve e não apenas aquelas onde estão situados os hospitais, defendem.
Realçando a «enorme onda de protesto», que a situação gerou, os comunistas de Santarém lembram que esta culminou numa proposta que gerou um amplo consenso, tendo sido aprovada em muitas câmaras e assembleias municipais. Mas o ministro não respondeu, lamentam.
O PCP repudia a acção do Governo e do PS que afirmam, indiferentes ao protesto, que tudo «vai ficar na mesma» e que vão ser assinados protocolos entre as autarquias e o Governo. Mas estes nunca mais aparecem assinados, realçam os comunistas.
Por seu lado, o PCP defende que a constituição do Centro Hospitalar «permite uma gestão mais racional dos recursos dos três hospitais» e entende que é indispensável «reestruturar os serviços do Centro de forma a torná-los socialmente mais produtivos e mais atractivos para os utentes e para os profissionais». A reestruturação terá que ser feita com as autarquias que o Centro serve e não apenas aquelas onde estão situados os hospitais, defendem.