Defender a região
Realizou-se, domingo, a VI Assembleia da Organização Regional de Vila Real do PCP. Em foco estiveram os problemas da região e o reforço do Partido.
Os comunistas têm propostas para a região de Vila Real
Mais de setenta militantes do Partido participaram na reunião magna dos comunistas do distrito de Vila Real, que foi aberta por Mário Costa, do Comité Central e responsável pela organização. Estiveram também presentes Francisco Lopes, da Comissão Política e do Secretariado, que encerrou, e Albano Nunes, igualmente dos dois organismos dirigentes do Partido.
Na assembleia, foi eleita a nova Direcção da Organização Regional, composta por 17 elementos. Destes, dois são jovens oriundos da JCP.
Os comunistas de Vila Real aprovaram também uma resolução política que traça as linhas gerais para a intervenção partidária nos próximos anos. A constituição de mais organismos de base, o enquadramento dos novos militantes em organizações partidárias, a responsabilização de novos quadros e o rejuvenescimento dos organismos são algumas das preocupações avançadas.
A assembleia aprovou também a dinamização da formação política e ideológica dos militantes, o reforço do trabalho de fundos e uma maior atenção à venda da imprensa do Partido – o Avante! e O Militante.
Realizada um ano depois das «Jornadas pelo Desenvolvimento Regional», que contou com a participação do secretário-geral do Partido, a assembleia retomou algumas das propostas efectuadas nessa importante iniciática, realizada a par com a Organização Regional de Bragança.
A implementação da Regionalização, com a criação da Região da Região Administrativa de Trás-os-Montes e Alto Douro, com órgãos democraticamente eleitos é, afirmam os comunistas de Vila Real, uma «condição indispensável para garantir o futuro da região». Outra exigência do PCP prende-se com a necessidade de o Poder Central tomar um «amplo conjunto de medidas e de políticas estruturais de desenvolvimento» que dêem um «sinal forte de que a região é viável e que os seus habitantes poderão encarar o futuro com esperança».
Os comunistas defendem ainda que o desenvolvimento rural deve assentar num «modelo de agricultura familiar e de montanha, sustentado nos seus importantes recursos endógenos e multifuncionais». Só assim se conseguirá reduzir as assimetrias, confia o PCP.
Na assembleia, foi eleita a nova Direcção da Organização Regional, composta por 17 elementos. Destes, dois são jovens oriundos da JCP.
Os comunistas de Vila Real aprovaram também uma resolução política que traça as linhas gerais para a intervenção partidária nos próximos anos. A constituição de mais organismos de base, o enquadramento dos novos militantes em organizações partidárias, a responsabilização de novos quadros e o rejuvenescimento dos organismos são algumas das preocupações avançadas.
A assembleia aprovou também a dinamização da formação política e ideológica dos militantes, o reforço do trabalho de fundos e uma maior atenção à venda da imprensa do Partido – o Avante! e O Militante.
Realizada um ano depois das «Jornadas pelo Desenvolvimento Regional», que contou com a participação do secretário-geral do Partido, a assembleia retomou algumas das propostas efectuadas nessa importante iniciática, realizada a par com a Organização Regional de Bragança.
A implementação da Regionalização, com a criação da Região da Região Administrativa de Trás-os-Montes e Alto Douro, com órgãos democraticamente eleitos é, afirmam os comunistas de Vila Real, uma «condição indispensável para garantir o futuro da região». Outra exigência do PCP prende-se com a necessidade de o Poder Central tomar um «amplo conjunto de medidas e de políticas estruturais de desenvolvimento» que dêem um «sinal forte de que a região é viável e que os seus habitantes poderão encarar o futuro com esperança».
Os comunistas defendem ainda que o desenvolvimento rural deve assentar num «modelo de agricultura familiar e de montanha, sustentado nos seus importantes recursos endógenos e multifuncionais». Só assim se conseguirá reduzir as assimetrias, confia o PCP.