Promessas não cumpridas
A Direcção da Organização Regional de Bragança do PCP acusa o Governo de faltar aos compromissos assumidos há um ano, quando apresentou «com pompa e circunstância» o Plano de Acessibilidades e Mobilidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Quase um ano depois, denunciam, «quase todos os compromissos assumidos em Bragança registam atrasos assinaláveis».
O troço do IP2 Vale Benfeito/ Ponte do Sabor, revelam, chegou a ter projecto de execução em concurso público, que acabou por ser suspenso, de forma inexplicável, sustenta o PCP. Também a construção do troço da A4, Amarante-Vila Real, «não avançou na data prevista». O concurso foi lançado recentemente, mas a promessa era de lançar a concessão em Maio do ano passado.
Na mesma estrada, mas no troço Quintanilha-Vila Real, decorre neste momento a fase de estudos preliminares, não havendo qualquer verba prevista para esta obra que, segundo as promessas, deveria começar este ano. O mesmo se passa com o troço do IC5, Murça-Miranda do Douro, que não tem data para a sua concessão nem verba atribuída.
Os comunistas contestam os atrasos e rejeitam que as medidas anunciadas pelo Governo para o IP4 venham a resolver algum dos problemas. Estas medidas, esclarecem, «mais se assemelham a preocupações de ordem securitária, visando sobretudo a intensificação da “caça à multa” em detrimento de uma maior segurança e mobilidade dos cidadãos».
O troço do IP2 Vale Benfeito/ Ponte do Sabor, revelam, chegou a ter projecto de execução em concurso público, que acabou por ser suspenso, de forma inexplicável, sustenta o PCP. Também a construção do troço da A4, Amarante-Vila Real, «não avançou na data prevista». O concurso foi lançado recentemente, mas a promessa era de lançar a concessão em Maio do ano passado.
Na mesma estrada, mas no troço Quintanilha-Vila Real, decorre neste momento a fase de estudos preliminares, não havendo qualquer verba prevista para esta obra que, segundo as promessas, deveria começar este ano. O mesmo se passa com o troço do IC5, Murça-Miranda do Douro, que não tem data para a sua concessão nem verba atribuída.
Os comunistas contestam os atrasos e rejeitam que as medidas anunciadas pelo Governo para o IP4 venham a resolver algum dos problemas. Estas medidas, esclarecem, «mais se assemelham a preocupações de ordem securitária, visando sobretudo a intensificação da “caça à multa” em detrimento de uma maior segurança e mobilidade dos cidadãos».