Conhecer e aprender com a história do Partido
Albano Nunes participou, sábado, na Quinta da Atalaia, no já tradicional almoço comemorativo do aniversário do Partido, promovido pelo sector do Património.
Há que conhecer a história e apreender as suas lições
Este ano, o tradicional almoço de aniversário do Partido promovido pelo sector do Património voltou a fazer transbordar a adega da Quinta da Atalaia, com a presença de cerca de 270 militantes e amigos do Partido.
Na sua intervenção, Albano Nunes, do Secretariado e da Comissão Política do Comité Central, realçou a complexidade do contexto político em que os comunistas desenvolvem a sua actividade. Um contexto que «está carregado de dificuldades e perigos, que seria grave subestimar, mas que, simultaneamente, apresenta grandes potencialidades de desenvolvimento progressista e revolucionário». Em sua opinião, é tudo isto que é necessário ter em conta, «mesmo quando a situação é de refluxo e não está assegurado no imediato o sucesso da luta».
Prosseguindo, o dirigente do PCP realçou que a realidade confirma que os partidos comunistas e o seu projecto libertador são necessários aos trabalhadores e aos povos. «Sejam quais forem as circunstâncias, o lugar dos comunistas é junto dos trabalhadores e das massas, sempre disponíveis para a luta», referiu.
Coincidências…
Albano Nunes assinalou em seguida duas coincidências com o 86.º aniversário do Partido: o 105.º aniversário do nascimento de Bento Gonçalves e o lançamento, no dia 6 de Março, do tomo I das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal.
O dirigente do PCP lembrou o papel de Bento Gonçalves na construção do Partido que, com ele, se tornou «numa força organizada e disciplinada que, cada vez mais enraizada na classe operária, e fazendo da luta de massas o núcleo fundamental da sua táctica revolucionária, seria a única força a resistir à violência da repressão fascista e a organizar-se na clandestinidade».
Quanto ao lançamento das obras de Álvaro Cunhal, Albano Nunes considerou-o um «acontecimento particularmente marcante» e uma contribuição «da mais alta importância para o conhecimento e o estudo, não apenas da história do PCP, mas da história do movimento operário português».
Lições da História
Para Albano Nunes, o conhecimento e o estudo da história do Partido é fundamental. Não só dos anos da clandestinidade, em que «comunismo» e «heroísmo» eram conceitos que se confundiam, mas também dos mais de trinta anos de «dura luta» contra a ofensiva do capital e de sucessivos governos.
E esta história, valorizou, dá diversas lições de extraordinária importância. Ensina, por exemplo, que o PCP é um partido que «não claudica perante as dificuldades, não vive para se adaptar ao sistema mas para o transformar, que confia nos ideais libertadores do socialismo e do comunismo». Mas também, prosseguiu, que é um partido que «cuida permanentemente das suas raízes na classe operária, nos trabalhadores e no povo» e que «faz da luta de massas e não da acção individual ou de salvadores o alfa e o ómega da sua linha política».
O PCP, prosseguiu Albano Nunes, «sabe que é – não da condescendência e favores do sistema, como acontece com as “esquerdas modernaças” – mas na organização, na coesão das suas fileiras, nos seus meios próprios de intervenção que está a sua força e capacidade de intervenção». Um partido assim, concluiu, é «indestrutível».
Na sua intervenção, Albano Nunes, do Secretariado e da Comissão Política do Comité Central, realçou a complexidade do contexto político em que os comunistas desenvolvem a sua actividade. Um contexto que «está carregado de dificuldades e perigos, que seria grave subestimar, mas que, simultaneamente, apresenta grandes potencialidades de desenvolvimento progressista e revolucionário». Em sua opinião, é tudo isto que é necessário ter em conta, «mesmo quando a situação é de refluxo e não está assegurado no imediato o sucesso da luta».
Prosseguindo, o dirigente do PCP realçou que a realidade confirma que os partidos comunistas e o seu projecto libertador são necessários aos trabalhadores e aos povos. «Sejam quais forem as circunstâncias, o lugar dos comunistas é junto dos trabalhadores e das massas, sempre disponíveis para a luta», referiu.
Coincidências…
Albano Nunes assinalou em seguida duas coincidências com o 86.º aniversário do Partido: o 105.º aniversário do nascimento de Bento Gonçalves e o lançamento, no dia 6 de Março, do tomo I das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal.
O dirigente do PCP lembrou o papel de Bento Gonçalves na construção do Partido que, com ele, se tornou «numa força organizada e disciplinada que, cada vez mais enraizada na classe operária, e fazendo da luta de massas o núcleo fundamental da sua táctica revolucionária, seria a única força a resistir à violência da repressão fascista e a organizar-se na clandestinidade».
Quanto ao lançamento das obras de Álvaro Cunhal, Albano Nunes considerou-o um «acontecimento particularmente marcante» e uma contribuição «da mais alta importância para o conhecimento e o estudo, não apenas da história do PCP, mas da história do movimento operário português».
Lições da História
Para Albano Nunes, o conhecimento e o estudo da história do Partido é fundamental. Não só dos anos da clandestinidade, em que «comunismo» e «heroísmo» eram conceitos que se confundiam, mas também dos mais de trinta anos de «dura luta» contra a ofensiva do capital e de sucessivos governos.
E esta história, valorizou, dá diversas lições de extraordinária importância. Ensina, por exemplo, que o PCP é um partido que «não claudica perante as dificuldades, não vive para se adaptar ao sistema mas para o transformar, que confia nos ideais libertadores do socialismo e do comunismo». Mas também, prosseguiu, que é um partido que «cuida permanentemente das suas raízes na classe operária, nos trabalhadores e no povo» e que «faz da luta de massas e não da acção individual ou de salvadores o alfa e o ómega da sua linha política».
O PCP, prosseguiu Albano Nunes, «sabe que é – não da condescendência e favores do sistema, como acontece com as “esquerdas modernaças” – mas na organização, na coesão das suas fileiras, nos seus meios próprios de intervenção que está a sua força e capacidade de intervenção». Um partido assim, concluiu, é «indestrutível».