DORL confronta MAI
A Direcção da Organização Regional de Lisboa do PCP enviou ao ministro da Administração Interna uma reportagem fotográfica que ilustra de forma inequívoca a utilização da força por parte da PSP contra os trabalhadores na Pereira da Costa, na Amadora. Com este gesto, os comunistas respondem às declarações do governante de que não ocorrera nenhuma carga policial no dia 13 junto às instalações daquela empresa. O PCP exige que o ministro, confrontado com os factos apresentados, aja como prometeu, ou seja, que realizaria um «rigoroso inquérito» caso tal carga policial tivesse ocorrido.
Para os comunistas, é exigível que o inquérito vá mais fundo, apurando um conjunto de questões que permanecem pouco claras neste processo. Em primeiro, lugar os comunistas questionam acerca das razões que levaram a que após múltiplas decisões judiciais favoráveis aos trabalhadores – que ninguém cumpriu ou fez cumprir –, a força do Estado português apenas tenha sido utilizada para «impor uma providência cautelar de mais que duvidosa legitimidade»?
Porque razão, prossegue a DORL do PCP, a polícia foi utilizada para retirar da empresa um conjunto de máquinas e material, desviadas para outra empresa, na véspera da concretização da penhora dos bens da empresa a favor dos trabalhadores»? Os comunistas querem ainda saber se as denúncias que apontavam as cumplicidades entre o patrão da empresa e um agente do tribunal foram devidamente investigadas.
Reafirmando a sua solidariedade para com os trabalhadores da Pereira da Costa, os comunistas lembram que um dos traços marcantes da ditadura fascista era exactamente a «sistemática utilização da força do Estado ao serviço do patronato».
Para os comunistas, é exigível que o inquérito vá mais fundo, apurando um conjunto de questões que permanecem pouco claras neste processo. Em primeiro, lugar os comunistas questionam acerca das razões que levaram a que após múltiplas decisões judiciais favoráveis aos trabalhadores – que ninguém cumpriu ou fez cumprir –, a força do Estado português apenas tenha sido utilizada para «impor uma providência cautelar de mais que duvidosa legitimidade»?
Porque razão, prossegue a DORL do PCP, a polícia foi utilizada para retirar da empresa um conjunto de máquinas e material, desviadas para outra empresa, na véspera da concretização da penhora dos bens da empresa a favor dos trabalhadores»? Os comunistas querem ainda saber se as denúncias que apontavam as cumplicidades entre o patrão da empresa e um agente do tribunal foram devidamente investigadas.
Reafirmando a sua solidariedade para com os trabalhadores da Pereira da Costa, os comunistas lembram que um dos traços marcantes da ditadura fascista era exactamente a «sistemática utilização da força do Estado ao serviço do patronato».