Farmácias hospitalares
O Grupo Parlamentar do PCP reiterou a necessidade de adoptar a dispensa de medicamentos nas farmácias hospitalares a doentes em consultas externas. Esta posição foi assumida pelo líder parlamentar comunista em debate na passada semana em torno de um projecto de lei do BE preconizando aquele objectivo.
Bernardino Soares definiu a medida como «positiva» e lembrou que esta é uma ideia em que a sua bancada foi pioneira, tendo, inclusivamente, apresentado uma proposta com vista à sua materialização em sede do debate do Orçamento do Estado.
«E se todos reconhecem que é boa para os utentes e até para o controlo do défice porque é que o PS e o Governo não a aceita?», inquiriu o deputado do PCP, para quem a resposta é clara e vale como uma verdade incómoda para o Executivo: «Porque é má para os interesses privados do sector do medicamento».
Das restantes bancadas parlamentares vieram igualmente expressões de apoio ao diploma do BE, o qual, em síntese, visa permitir que as farmácias hospitalares já existentes passem a poder dispensar medicamentos aos utentes lá inscritos em ambulatório, consultas externas ou urgências.
Críticas houve-as, apenas, da bancada do PS que, pela voz da deputada Antónia Almeida Santos, acusou o BE de ter como única motivação «impor que seja o Estado o proprietário dessas» farmácias.
Bernardino Soares definiu a medida como «positiva» e lembrou que esta é uma ideia em que a sua bancada foi pioneira, tendo, inclusivamente, apresentado uma proposta com vista à sua materialização em sede do debate do Orçamento do Estado.
«E se todos reconhecem que é boa para os utentes e até para o controlo do défice porque é que o PS e o Governo não a aceita?», inquiriu o deputado do PCP, para quem a resposta é clara e vale como uma verdade incómoda para o Executivo: «Porque é má para os interesses privados do sector do medicamento».
Das restantes bancadas parlamentares vieram igualmente expressões de apoio ao diploma do BE, o qual, em síntese, visa permitir que as farmácias hospitalares já existentes passem a poder dispensar medicamentos aos utentes lá inscritos em ambulatório, consultas externas ou urgências.
Críticas houve-as, apenas, da bancada do PS que, pela voz da deputada Antónia Almeida Santos, acusou o BE de ter como única motivação «impor que seja o Estado o proprietário dessas» farmácias.