Morte aproxima-se
A Câmara Municipal de Évora está a matar a Feira de S. João, acusa a Comissão Concelhia de Évora do PCP.
A Feira – com séculos de existência – constituía uma «grande e privilegiada montra e mostra» de produtos regionais, que se foi adaptando às novas realidades, reflectindo, quando a Câmara era gerida pela CDU, «uma actividade autárquica participada, respeitadora da pluralidade social concelhia», o que era visível em toda a sua programação, espacial ou de animação, lembram os comunistas.
Porém, este ano, a Feira de S. João «foi triste, pobre, pouco participada e divorciada da população», porque a Câmara PS «autista» e «sem estratégias claras para o desenvolvimento do concelho», promove a Feira «sem paixão», arrastando-se «a mando de interesses obscuros e inconfessáveis».
Assim, a Câmara PS limitou-se a instalar um painel luminoso na muralha, às Portas do Raimundo, impôs aos vários agentes exigência «inacreditáveis» e até a própria construção e manutenção das estruturas e infra-estruturas, antes quase todas instaladas – «com esforço redobrado mas com orgulho» – pelos trabalhadores municipais, têm vindo «paulatinamente a ser entregues a empresas, com perda de eficácia e aumento dos custos».
Enfim, «o futuro da Feira, o seu desenvolvimento e valorização foram hipotecados pela gestão PS, ao rejeitar a construção do novo parque de feiras no terreno já adquirido pela Câmara CDU», conclui a Concelhia do PCP, decidida a não deixar morrer a Feira de S. João.
Porém, este ano, a Feira de S. João «foi triste, pobre, pouco participada e divorciada da população», porque a Câmara PS «autista» e «sem estratégias claras para o desenvolvimento do concelho», promove a Feira «sem paixão», arrastando-se «a mando de interesses obscuros e inconfessáveis».
Assim, a Câmara PS limitou-se a instalar um painel luminoso na muralha, às Portas do Raimundo, impôs aos vários agentes exigência «inacreditáveis» e até a própria construção e manutenção das estruturas e infra-estruturas, antes quase todas instaladas – «com esforço redobrado mas com orgulho» – pelos trabalhadores municipais, têm vindo «paulatinamente a ser entregues a empresas, com perda de eficácia e aumento dos custos».
Enfim, «o futuro da Feira, o seu desenvolvimento e valorização foram hipotecados pela gestão PS, ao rejeitar a construção do novo parque de feiras no terreno já adquirido pela Câmara CDU», conclui a Concelhia do PCP, decidida a não deixar morrer a Feira de S. João.