Reforçar sempre mais!
Realizou-se, no dia 15 de Junho, na Junta de Freguesia de S. Miguel D'Acha, a IV Assembleia da Organização Concelhia de Idanha-a-Nova do PCP, que analisou a realidade social do concelho e definiu linhas de orientação para um trabalho de Partido mais interveniente e combativo, em defesa do progresso do concelho, dos trabalhadores e do povo.
Na Assembleia foram denunciadas as políticas nacionais, que «não têm revelado qualquer preocupação objectiva com os problemas da interioridade», bem como a gestão autárquica do PS e do PSD. «Marginalizado pelo poder central», o concelho continua sem vias rodoviárias fundamentais para a quebra do isolamento de algumas freguesias e para a rentabilização das suas potencialidades monumentais, arquitectónicas, paisagísticas, etnoculturais e ambientais.
Apesar de não ter eleitos nos órgãos municipais, a acção do Partido é reconhecida publicamente, designadamente nos órgãos autárquicos em que a CDU está representada e «faz ouvir a voz da razão e do bom senso», como no caso da transferência do abastecimento de água para as Águas do Centro, aprovada pelo PSD e PS, e que veio a revelar-se calamitosa em termos de orçamento camarário.
Assim, a Assembleia considera que os comunistas têm granjeado a simpatia da população do concelho, seja pela «honestidade e frontalidade das suas posições face aos problemas que afligem os trabalhadores e a população», seja pela «maneira coerente com que intervêm na vida do concelho».
Contudo, a organização tem condições para «dar um salto quantitativo e qualitativo», especialmente junto dos jovens, desde que se tomem algumas medidas de reforço do Partido e para o estabelecimento de contacto regular com os militantes, que a grande dispersão das freguesias dificulta. Para levar por diante estas decisões, a Assembleia elegeu uma nova Comissão Concelhia, composta por oito elementos.
Na Assembleia foram denunciadas as políticas nacionais, que «não têm revelado qualquer preocupação objectiva com os problemas da interioridade», bem como a gestão autárquica do PS e do PSD. «Marginalizado pelo poder central», o concelho continua sem vias rodoviárias fundamentais para a quebra do isolamento de algumas freguesias e para a rentabilização das suas potencialidades monumentais, arquitectónicas, paisagísticas, etnoculturais e ambientais.
Apesar de não ter eleitos nos órgãos municipais, a acção do Partido é reconhecida publicamente, designadamente nos órgãos autárquicos em que a CDU está representada e «faz ouvir a voz da razão e do bom senso», como no caso da transferência do abastecimento de água para as Águas do Centro, aprovada pelo PSD e PS, e que veio a revelar-se calamitosa em termos de orçamento camarário.
Assim, a Assembleia considera que os comunistas têm granjeado a simpatia da população do concelho, seja pela «honestidade e frontalidade das suas posições face aos problemas que afligem os trabalhadores e a população», seja pela «maneira coerente com que intervêm na vida do concelho».
Contudo, a organização tem condições para «dar um salto quantitativo e qualitativo», especialmente junto dos jovens, desde que se tomem algumas medidas de reforço do Partido e para o estabelecimento de contacto regular com os militantes, que a grande dispersão das freguesias dificulta. Para levar por diante estas decisões, a Assembleia elegeu uma nova Comissão Concelhia, composta por oito elementos.