Médicos alcançam acordo
Após oito semanas de protestos e greves, os clínicos dos hospitais universitários e outros estabelecimentos de saúde públicos da Alemanha chegaram a acordo com os estados regionais, obtendo uma revalorização salarial entre os 15 e os 20 por cento para os cerca de 22 mil profissionais do sector.
Segundo os termos acordados na sexta-feira, 16, pelo sindicato Marburger Bund, o salário bruto de um médico em início de carreira passará para 3600 euros na parte ocidental e 3200 euros na parte oriental.
Em contrapartida, a classe aceitou abdicar dos prémios pecuniários de Natal e de Férias, bem como de todos os suplementos familiares. Para além disso, o horário de trabalho foi alargado das 38,5 horas para as 42 horas semanais, embora actualmente os médicos se queixassem de, na prática, serem obrigados a cumprir horários muito superiores a estes limites. Em compensação o pagamento do trabalho nocturno foi aumentado.
O sindicato Marburger Bund, que reivindicava aumentos salariais de 30 por cento, congratulou-se com o desfecho deste movimento reivindicativo, lamentando apenas não ter conseguido eliminar as diferenças salariais entre o Este e o Oeste do País, nem obter melhores condições para os jovens médicos.
Em luta continuam cerca de 70 mil médicos dos hospitais municipais, onde as negociações continuam sem resultados às vista.
Segundo os termos acordados na sexta-feira, 16, pelo sindicato Marburger Bund, o salário bruto de um médico em início de carreira passará para 3600 euros na parte ocidental e 3200 euros na parte oriental.
Em contrapartida, a classe aceitou abdicar dos prémios pecuniários de Natal e de Férias, bem como de todos os suplementos familiares. Para além disso, o horário de trabalho foi alargado das 38,5 horas para as 42 horas semanais, embora actualmente os médicos se queixassem de, na prática, serem obrigados a cumprir horários muito superiores a estes limites. Em compensação o pagamento do trabalho nocturno foi aumentado.
O sindicato Marburger Bund, que reivindicava aumentos salariais de 30 por cento, congratulou-se com o desfecho deste movimento reivindicativo, lamentando apenas não ter conseguido eliminar as diferenças salariais entre o Este e o Oeste do País, nem obter melhores condições para os jovens médicos.
Em luta continuam cerca de 70 mil médicos dos hospitais municipais, onde as negociações continuam sem resultados às vista.