Comprar sexo não é um desporto
A construção de um mega bordel junto das instalações alemãs do Campeonato Mundial de Futebol foi considerado por Ilda Figueiredo como «um verdadeiro atentado aos direitos humanos», sublinhando que se trata de óbvia promoção da prostituição forçada.
Numa pergunta oral feita na sessão plenária do Parlamento Europeu, no dia 12, a deputada do PCP lembrou que «diversas organizações de mulheres e dezenas de milhares de pessoas assinaram uma petição declarando que comprar sexo não é um desporto, mas sim uma forma de exploração sexual e física das mulheres, em que o seu corpo é considerado uma mercadoria que pode ser comprada e vendida».
Por outro lado, chamou a atenção dos deputados que «este tipo de comportamento viola as regras internacionais do desporto, as quais devem promover a igualdade, o respeito mútuo e a não discriminação».
Apelando a que «se repudie a exploração sexual e o tráfico de mulheres e se tomem todas as medidas para impedir que se promova a prostituição e o tráfico que, muitas vezes, lhe anda associado, que é uma autêntica escravatura», Ilda Figueiredo lamentou que «não se tenham tomado todas as medidas que se impunham numa situação destas, aproveitando a visibilidade deste evento para combater as causas que se mantêm para além deste Campeonato de Futebol».
Para a deputada comunista, «simultaneamente com o combate ao tráfico de mulheres e às redes criminosas que o fazem, é fundamental promover a igualdade de direitos e a dignidade das mulheres, o que também passa pela criação de emprego com direitos, a garantia de acesso a serviços públicos de qualidade, designadamente nas áreas da saúde, educação, habitação, justiça».
Numa pergunta oral feita na sessão plenária do Parlamento Europeu, no dia 12, a deputada do PCP lembrou que «diversas organizações de mulheres e dezenas de milhares de pessoas assinaram uma petição declarando que comprar sexo não é um desporto, mas sim uma forma de exploração sexual e física das mulheres, em que o seu corpo é considerado uma mercadoria que pode ser comprada e vendida».
Por outro lado, chamou a atenção dos deputados que «este tipo de comportamento viola as regras internacionais do desporto, as quais devem promover a igualdade, o respeito mútuo e a não discriminação».
Apelando a que «se repudie a exploração sexual e o tráfico de mulheres e se tomem todas as medidas para impedir que se promova a prostituição e o tráfico que, muitas vezes, lhe anda associado, que é uma autêntica escravatura», Ilda Figueiredo lamentou que «não se tenham tomado todas as medidas que se impunham numa situação destas, aproveitando a visibilidade deste evento para combater as causas que se mantêm para além deste Campeonato de Futebol».
Para a deputada comunista, «simultaneamente com o combate ao tráfico de mulheres e às redes criminosas que o fazem, é fundamental promover a igualdade de direitos e a dignidade das mulheres, o que também passa pela criação de emprego com direitos, a garantia de acesso a serviços públicos de qualidade, designadamente nas áreas da saúde, educação, habitação, justiça».