«Serei um defensor da Constituição»
Cavaco Silva e os seus apoiantes querem o retrocesso do País e o retorno aos graus de exploração existentes no País antes do 25 de Abril, acusou, em Loures, Jerónimo de Sousa. Recebido com entusiasmo e sala cheia no passado dia 8, o candidato presidencial comunista repudiou as declarações e intenções daqueles que se referem à Constituição de Abril como uma «força de bloqueio», nomeadamente alguns representantes dos grupos económicos, bem como gente ligada aos partidos da direita, que apoiam Cavaco Silva.
A um deles, Paulo Portas, Jerónimo de Sousa criticou por ter, «depois de meses de silêncio, dito que é preciso de alterar profundamente a Constituição Portuguesa». Ao PS, o candidato comunista acusou de ter interpretado «ao contrário» a maioria absoluta conquistada em Fevereiro de 2005. Em seguida, Jerónimo de Sousa assumiu-se como um «defensor acérrimo da Constituição da República contra os que a querem alterar».
Numa noite em que se recordou o 25 de Abril e as suas conquistas, Jerónimo de Sousa acusou Manuel Alegre de oportunismo, ao ter considerado Álvaro Cunhal e António Dias Lourenço como referências, numa acção de campanha junto ao forte de Peniche. «Podia ser considerada uma justa homenagem a estes dois camaradas, mas o problema é que não se pode homenagear e ter como referência a sua coragem, quando durante as suas vidas, Manuel Alegre tenha tantas criticado e insultado o projecto que defendiam», afirmou Jerónimo de Sousa.
A um deles, Paulo Portas, Jerónimo de Sousa criticou por ter, «depois de meses de silêncio, dito que é preciso de alterar profundamente a Constituição Portuguesa». Ao PS, o candidato comunista acusou de ter interpretado «ao contrário» a maioria absoluta conquistada em Fevereiro de 2005. Em seguida, Jerónimo de Sousa assumiu-se como um «defensor acérrimo da Constituição da República contra os que a querem alterar».
Numa noite em que se recordou o 25 de Abril e as suas conquistas, Jerónimo de Sousa acusou Manuel Alegre de oportunismo, ao ter considerado Álvaro Cunhal e António Dias Lourenço como referências, numa acção de campanha junto ao forte de Peniche. «Podia ser considerada uma justa homenagem a estes dois camaradas, mas o problema é que não se pode homenagear e ter como referência a sua coragem, quando durante as suas vidas, Manuel Alegre tenha tantas criticado e insultado o projecto que defendiam», afirmou Jerónimo de Sousa.