O voto que não trai
Em Aljustrel, no passado dia 9, Jerónimo de Sousa acusou Cavaco Silva pela situação que se vive no Alentejo e lembrou que os votos na sua candidatura contam para derrotar a direita.
Nestas eleições não existe voto útil e todos os votos contam
No dia 22, todos os votos vão contar, afirmou Jerónimo de Sousa em Aljustrel, num comício realizado no cinema local, no passado dia 9. O candidato lembrou que nestas eleições não existe «voto útil». Na opinião do candidato, os votos na sua candidatura contam o mesmo que em qualquer uma das outras à esquerda da de Cavaco Silva para o objectivo de derrotar a candidatura da direita. Jerónimo de Sousa lembrou ainda que cada voto na sua candidatura «vale a dobrar».
O candidato comunista afirmou que a sua candidatura «não está comprometida com políticas do passado. Esteve sempre ao lado de quem trabalha». E acrescentou que está neste momento em condições de «fazer um apelo a todos os homens, mulheres e jovens, independentemente da sua filiação partidária, que estão hoje indecisos, se situam no campo democrático, têm os valores da justiça e da solidariedade e são patriotas» para que apoiem a sua candidatura.
Na sua candidatura, prosseguiu Jerónimo de Sousa, está um «voto que não trai, não engana». Ao contrário de outras, como a de Cavaco Silva, que está «comprometida até ao pescoço com os que mais têm e mais podem», denunciou.
Cavaco tem culpa da desertificação
Falando sobre o Alentejo, Jerónimo de Sousa lembrou que se encontra desertificado. O candidato comunista referiu ainda o facto de os «grandes» receberem os fundos comunitários para não produzir, enquanto que os pequenos «estão com a corda ao pescoço». O encerramento de linhas ferroviárias e de escolas e a limitação dos horários dos centros de saúde foram outras das críticas, a par da falta de saídas de futuro para os jovens. Nesta situação, o candidato da direita e ex-primeiro-ministro, tem grandes responsabilidades, nomeadamente na destruição da Reforma Agrária, acusou Jerónimo de Sousa.
A situação das minas de Aljustrel não passou ao lado da intervenção do candidato presidencial. Para Jerónimo de Sousa, a multinacional canadiana que as explora só as reabrirá quando achar que os preços justificam essa abertura. A multinacional sabe «onde está o filão, os trabalhadores é que não sabem
qual será o seu futuro», denunciou o candidato.
Jerónimo de Sousa não partiu sem antes apelar aos eleitores para que não se deixem influenciar pelas sondagens. Em sua opinião, estas pretendem passar a ideia de que tudo está já decidido em favor de Cavaco Silva. «Não está. Está tudo em aberto», assegurou o candidato comunista, que alertou para a confusão que a divisão da área do PS poderá provocar. O PS não está unido e, além disso, está a «governar mal».
O candidato comunista afirmou que a sua candidatura «não está comprometida com políticas do passado. Esteve sempre ao lado de quem trabalha». E acrescentou que está neste momento em condições de «fazer um apelo a todos os homens, mulheres e jovens, independentemente da sua filiação partidária, que estão hoje indecisos, se situam no campo democrático, têm os valores da justiça e da solidariedade e são patriotas» para que apoiem a sua candidatura.
Na sua candidatura, prosseguiu Jerónimo de Sousa, está um «voto que não trai, não engana». Ao contrário de outras, como a de Cavaco Silva, que está «comprometida até ao pescoço com os que mais têm e mais podem», denunciou.
Cavaco tem culpa da desertificação
Falando sobre o Alentejo, Jerónimo de Sousa lembrou que se encontra desertificado. O candidato comunista referiu ainda o facto de os «grandes» receberem os fundos comunitários para não produzir, enquanto que os pequenos «estão com a corda ao pescoço». O encerramento de linhas ferroviárias e de escolas e a limitação dos horários dos centros de saúde foram outras das críticas, a par da falta de saídas de futuro para os jovens. Nesta situação, o candidato da direita e ex-primeiro-ministro, tem grandes responsabilidades, nomeadamente na destruição da Reforma Agrária, acusou Jerónimo de Sousa.
A situação das minas de Aljustrel não passou ao lado da intervenção do candidato presidencial. Para Jerónimo de Sousa, a multinacional canadiana que as explora só as reabrirá quando achar que os preços justificam essa abertura. A multinacional sabe «onde está o filão, os trabalhadores é que não sabem
qual será o seu futuro», denunciou o candidato.
Jerónimo de Sousa não partiu sem antes apelar aos eleitores para que não se deixem influenciar pelas sondagens. Em sua opinião, estas pretendem passar a ideia de que tudo está já decidido em favor de Cavaco Silva. «Não está. Está tudo em aberto», assegurou o candidato comunista, que alertou para a confusão que a divisão da área do PS poderá provocar. O PS não está unido e, além disso, está a «governar mal».