Em defesa dos têxteis
O Grupo Parlamentar do PCP e as Direcções Regionais da Guarda e de Castelo Branco realizam amanhã, dia 13 de Maio, uma acção sobre a situação dos têxteis na Beira Interior. Esta iniciativa, em defesa do sector têxtil, consta de contactos com os trabalhadores e suas estruturas representativas, visitas a empresas, reuniões com associações empresariais têxteis, uma sessão de abertura na cidade da Guarda e uma sessão pública na cidade da Covilhã.
Participam nesta acção Bernardino Soares, presidente do Grupo Parlamentar do PCP, os deputados José Soeiro e Jorge Machado, Carlos Gonçalves, membro da Comissão Política, e João Dias Coelho, membro do secretariado do PCP.
Entretanto, num outro âmbito, o PCP apresentou, segunda-feira, duas propostas de alteração legislativa para clarificar que o Parlamento, a par do Governo, tem competências para classificar áreas de protecção ambiental.
Em conferência de imprensa, os deputados Honório Novo e Jorge Machado justificaram os dois projectos de lei como forma de tornar «definitivamente clarificada a possibilidade de a Assembleia da República classificar áreas protegidas».
Segundo os deputados comunistas, ainda não foi classificada qualquer área de paisagem protegida por via parlamentar, devido às «reservas» que têm sido colocadas à admissão de projectos lei nesse sentido.
As propostas apresentadas abrem também a possibilidade, até agora existente, de as áreas metropolitanas e organizações não governamentais proporem a classificação de áreas protegidas de âmbito regional e local.
Participam nesta acção Bernardino Soares, presidente do Grupo Parlamentar do PCP, os deputados José Soeiro e Jorge Machado, Carlos Gonçalves, membro da Comissão Política, e João Dias Coelho, membro do secretariado do PCP.
Entretanto, num outro âmbito, o PCP apresentou, segunda-feira, duas propostas de alteração legislativa para clarificar que o Parlamento, a par do Governo, tem competências para classificar áreas de protecção ambiental.
Em conferência de imprensa, os deputados Honório Novo e Jorge Machado justificaram os dois projectos de lei como forma de tornar «definitivamente clarificada a possibilidade de a Assembleia da República classificar áreas protegidas».
Segundo os deputados comunistas, ainda não foi classificada qualquer área de paisagem protegida por via parlamentar, devido às «reservas» que têm sido colocadas à admissão de projectos lei nesse sentido.
As propostas apresentadas abrem também a possibilidade, até agora existente, de as áreas metropolitanas e organizações não governamentais proporem a classificação de áreas protegidas de âmbito regional e local.