Contra encerramento de empresa
Os trabalhadores da empresa Formulária, de Santa Maria da Feira, foram recentemente confrontados com o encerramento da empresa, encerramento esse que o PCP considera ilegal, em nota da Direcção da Organização Regional de Aveiro. O fecho da empresa foi efectuado no passado dia 26 de Abril e só nessa data os trabalhadores tiveram dele conhecimento.
Para o PCP, é grave a forma como os trabalhadores foram confrontados com o encerramento da empresa e salienta o papel por estes desempenhado para o bom funcionamento da Formulária ao longo dos anos. Para a DORAV, «é ainda estranho que entidades que devem defender os trabalhadores, como a Inspecção Geral do Trabalho, não assumam o seu papel quando são solicitadas pelos Sindicatos, para o efeito». O PCP denunciou a situação e entregou já, através do deputado Jorge Machado, um requerimento na Assembleia da República, onde questiona o Governo acerca do que pretende fazer em relação a este caso.
Os comunistas de Aveiro apelam aos trabalhadores – que logo se concentraram junto da empresa – para «que se mantenham unidos em torno do seu sindicato de classe, na resistência a esta medida e na exigência ao Governo para que tome uma posição clara de defesa destes postos de trabalho». E consideram que não pode ser apenas em tempo de campanha eleitoral que se prometa a «criação de 150000 empregos». Em primeiro lugar, afirma a DORAV, «há que não deixar perder os postos de trabalho que existem».
Para o PCP, é grave a forma como os trabalhadores foram confrontados com o encerramento da empresa e salienta o papel por estes desempenhado para o bom funcionamento da Formulária ao longo dos anos. Para a DORAV, «é ainda estranho que entidades que devem defender os trabalhadores, como a Inspecção Geral do Trabalho, não assumam o seu papel quando são solicitadas pelos Sindicatos, para o efeito». O PCP denunciou a situação e entregou já, através do deputado Jorge Machado, um requerimento na Assembleia da República, onde questiona o Governo acerca do que pretende fazer em relação a este caso.
Os comunistas de Aveiro apelam aos trabalhadores – que logo se concentraram junto da empresa – para «que se mantenham unidos em torno do seu sindicato de classe, na resistência a esta medida e na exigência ao Governo para que tome uma posição clara de defesa destes postos de trabalho». E consideram que não pode ser apenas em tempo de campanha eleitoral que se prometa a «criação de 150000 empregos». Em primeiro lugar, afirma a DORAV, «há que não deixar perder os postos de trabalho que existem».