PCP desafia Governo
A luta que voltou a mobilizar nos dias 13 e 14 milhares de estudantes do ensino secundário e superior de todo o País teve eco no Parlamento, onde foi acolhida com palavras de saudação e solidariedade por parte do Grupo Parlamentar do PCP.
A expressão desse apoio deu-a o deputado comunista Miguel Tiago, em intervenção no período antes da ordem do dia, na qual reconheceu justiça à luta estudantil e desafiou o Governo do PS a «romper com as políticas para a Educação» do passado, desde logo reconhecendo os estudantes como importantes parceiros na construção de legislação que lhes essencialmente diz respeito.
A motivar a jornada de protesto dos estudantes do ensino secundário estiveram as provas eliminatórias a que estão sujeitos, bem como o sistema de numerus clausus, entendido como uma verdadeira« triagem social no acesso ao Ensino Superior».
Quanto aos estudantes que frequentam aquele grau de ensino, prosseguindo uma intensa luta que já vem de trás, a sua contestação tem como alvo a legislação vigente em matéria de Superior, nomeadamente no que toca à Lei do Financiamento.
Referindo-se à «continuada atitude anti-diálogo» do anterior governo face às reivindicações estudantis, Miguel Tiago lamentou que o actual Executivo não tenha «assumidamente» adoptado uma clara rejeição dessa orientação prepotente, o que, observou, inclusivamente, é contraditório «com as suas próprias aspirações no campo do desenvolvimento tecnológico».
«O Governo ainda não afirmou a ruptura, ainda não afirmou inequivocamente que se dispõe a construir um verdadeiros diálogo na construção de uma legislação mais justa», sublinhou Miguel Tiago, antes de manifestar a profunda solidariedade do PCP para com os estudantes que contestam «uma linha de elitização do Ensino, tão nefasta para o desenvolvimento do País».
A expressão desse apoio deu-a o deputado comunista Miguel Tiago, em intervenção no período antes da ordem do dia, na qual reconheceu justiça à luta estudantil e desafiou o Governo do PS a «romper com as políticas para a Educação» do passado, desde logo reconhecendo os estudantes como importantes parceiros na construção de legislação que lhes essencialmente diz respeito.
A motivar a jornada de protesto dos estudantes do ensino secundário estiveram as provas eliminatórias a que estão sujeitos, bem como o sistema de numerus clausus, entendido como uma verdadeira« triagem social no acesso ao Ensino Superior».
Quanto aos estudantes que frequentam aquele grau de ensino, prosseguindo uma intensa luta que já vem de trás, a sua contestação tem como alvo a legislação vigente em matéria de Superior, nomeadamente no que toca à Lei do Financiamento.
Referindo-se à «continuada atitude anti-diálogo» do anterior governo face às reivindicações estudantis, Miguel Tiago lamentou que o actual Executivo não tenha «assumidamente» adoptado uma clara rejeição dessa orientação prepotente, o que, observou, inclusivamente, é contraditório «com as suas próprias aspirações no campo do desenvolvimento tecnológico».
«O Governo ainda não afirmou a ruptura, ainda não afirmou inequivocamente que se dispõe a construir um verdadeiros diálogo na construção de uma legislação mais justa», sublinhou Miguel Tiago, antes de manifestar a profunda solidariedade do PCP para com os estudantes que contestam «uma linha de elitização do Ensino, tão nefasta para o desenvolvimento do País».