Preços escandalosos em Gondomar
A CDU de Gondomar exigiu, na passada semana, uma reunião extraordinária da Assembleia Municipal para viabilizar a redução dos «escandalosos preços» cobrados a centenas de famílias do concelho pelos ramais de ligação ao saneamento.
Em conferência de imprensa, o vereador da CDU na Câmara Municipal de Gondomar, Pimenta Dias, considerou «incomportáveis» os montantes superiores a 1270 euros que estão a ser reclamados pela empresa Águas de Gondomar pelos ramais da rede de esgotos recentemente construídos em S. Pedro da Cova.
Defende, por isso, a concessão de prazos dilatados de pagamentos, a sua liquidação em prestações e uma redução (que pode chegar aos 40 por cento, consoante o rendimento mensal líquido do agregado familiar) do valor cobrado.
De acordo com o vereador do PCP, as notificações para pagamento deste valor têm chegado desde meados de Janeiro a «um número significativo» de cidadãos da freguesia de S. Pedro da Cova, com a indicação de que a liquidação deverá ser feita «até aos primeiros dias de Fevereiro».
Para a CDU de Gondomar, «na grande maioria dos casos as famílias em causa não têm capacidade económica para fazer face a custos tão elevados, tanto mais que muitas das pessoas notificadas são idosos com reformas de miséria».
«Pedir 1270 euros aos agregados familiares de S. Pedro da Cova é exigir deles um sacrifício incomportável que, se for levado até às últimas consequências, pode significar fome e agravamento das condições de sobrevivência de muitas pessoas», argumenta a coligação.
Acresce que, sustenta, o valor exigido pela Águas de Gondomar respeita a um mínimo de quatro metros de ramal, «quando na maioria dos casos o seu comprimento é muito menor», o que configura uma situação «ilegal». Adicionalmente, esse valor é exageradamente elevado quando comparado com a realidade de outras autarquias, onde, segundo Pimenta Dias, têm vindo a ser cobradas cerca de 350 a 400 euros pelos ramais.
Em conferência de imprensa, o vereador da CDU na Câmara Municipal de Gondomar, Pimenta Dias, considerou «incomportáveis» os montantes superiores a 1270 euros que estão a ser reclamados pela empresa Águas de Gondomar pelos ramais da rede de esgotos recentemente construídos em S. Pedro da Cova.
Defende, por isso, a concessão de prazos dilatados de pagamentos, a sua liquidação em prestações e uma redução (que pode chegar aos 40 por cento, consoante o rendimento mensal líquido do agregado familiar) do valor cobrado.
De acordo com o vereador do PCP, as notificações para pagamento deste valor têm chegado desde meados de Janeiro a «um número significativo» de cidadãos da freguesia de S. Pedro da Cova, com a indicação de que a liquidação deverá ser feita «até aos primeiros dias de Fevereiro».
Para a CDU de Gondomar, «na grande maioria dos casos as famílias em causa não têm capacidade económica para fazer face a custos tão elevados, tanto mais que muitas das pessoas notificadas são idosos com reformas de miséria».
«Pedir 1270 euros aos agregados familiares de S. Pedro da Cova é exigir deles um sacrifício incomportável que, se for levado até às últimas consequências, pode significar fome e agravamento das condições de sobrevivência de muitas pessoas», argumenta a coligação.
Acresce que, sustenta, o valor exigido pela Águas de Gondomar respeita a um mínimo de quatro metros de ramal, «quando na maioria dos casos o seu comprimento é muito menor», o que configura uma situação «ilegal». Adicionalmente, esse valor é exageradamente elevado quando comparado com a realidade de outras autarquias, onde, segundo Pimenta Dias, têm vindo a ser cobradas cerca de 350 a 400 euros pelos ramais.