Sanções suspensas
A União Europeia suspendeu formalmente todas as sanções diplomáticas contra Cuba, em vigor desde Junho de 2003, propondo-se manter ao mesmo tempo um diálogo construtivo com as autoridades cubanas e relações mais intensas com a oposição.
Segundo declarou, na segunda-feira, dia 31, o ministro luxemburguês dos Negócios Estrangeiros, Jean Asselborn, «todas as medidas adoptadas em 5 de Junho de 2003 foram temporariamente suspendidas. Esta decisão será revista até Julho deste ano de à luz dos progressos no sentido do pluralismo democrático e do respeito pelos direitos humanos em Cuba», declarou Asselborn, cujo país ocupa actualmente a presidência rotativa da UE.
Este responsável acrescentou que UE está disposta a «manter um diálogo construtivo com as autoridades cubanas para alcançar resultados tangíveis no terreno político, económico, no dos direitos humanos e da cooperação».
As sanções em causa incluíam a restrição de visitas oficiais de alto nível a Cuba, a redução da participação europeia em actos culturais na ilha e o convite a representantes da oposição cubana para participarem em festas nacionais organizadas em embaixadas de países-membros em Havana.
Segundo fontes diplomáticas citadas por agências internacionais, a UE recomendará que, a partir de agora, as embaixadas europeias se limitem a convidar para as suas festas membros do corpo diplomático.
Segundo declarou, na segunda-feira, dia 31, o ministro luxemburguês dos Negócios Estrangeiros, Jean Asselborn, «todas as medidas adoptadas em 5 de Junho de 2003 foram temporariamente suspendidas. Esta decisão será revista até Julho deste ano de à luz dos progressos no sentido do pluralismo democrático e do respeito pelos direitos humanos em Cuba», declarou Asselborn, cujo país ocupa actualmente a presidência rotativa da UE.
Este responsável acrescentou que UE está disposta a «manter um diálogo construtivo com as autoridades cubanas para alcançar resultados tangíveis no terreno político, económico, no dos direitos humanos e da cooperação».
As sanções em causa incluíam a restrição de visitas oficiais de alto nível a Cuba, a redução da participação europeia em actos culturais na ilha e o convite a representantes da oposição cubana para participarem em festas nacionais organizadas em embaixadas de países-membros em Havana.
Segundo fontes diplomáticas citadas por agências internacionais, a UE recomendará que, a partir de agora, as embaixadas europeias se limitem a convidar para as suas festas membros do corpo diplomático.