CPPC contra GNR no Iraque
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena firmemente a decisão do Governo português de prolongar por mais três meses a manutenção do contingente da GNR no Iraque. Esta posição surge, aliás, em coerência com a oposição manifestada desde a primeira hora pelo CPPC à agressão ao Iraque, bem como à participação de tropas nacionais nesta ocupação.
«O Governo alegou que a medida visava assegurar a realização de eleições em Janeiro de 2005», afirma o CPPC. Mas a situação que actualmente se vive naquele país é de «verdadeira guerra e a “justificação” apenas pretende esconder que a GNR está ao serviço da ocupação dos EUA e seus mais fieis aliados».
Para o CPPC, nas condições actuais, as eleições «não passarão de uma farsa para tentar dar legitimidade a um governo que não a terá». Eleições livres, afirma o Conselho da Paz, «só podem ter lugar num Iraque livre de ocupantes e onde os iraquianos possam expressar livremente a sua vontade, em todo o território». Os brutais bombardeamentos sobre Falluja e o assalto à cidade confirmam que as eleições de que falam os norte-americanos e o «governo fantoche» serão uma encenação, destaca o CPPC.
«O Governo alegou que a medida visava assegurar a realização de eleições em Janeiro de 2005», afirma o CPPC. Mas a situação que actualmente se vive naquele país é de «verdadeira guerra e a “justificação” apenas pretende esconder que a GNR está ao serviço da ocupação dos EUA e seus mais fieis aliados».
Para o CPPC, nas condições actuais, as eleições «não passarão de uma farsa para tentar dar legitimidade a um governo que não a terá». Eleições livres, afirma o Conselho da Paz, «só podem ter lugar num Iraque livre de ocupantes e onde os iraquianos possam expressar livremente a sua vontade, em todo o território». Os brutais bombardeamentos sobre Falluja e o assalto à cidade confirmam que as eleições de que falam os norte-americanos e o «governo fantoche» serão uma encenação, destaca o CPPC.