Linha de Sintra é «suplício»
Acompanhada pelo deputado do PCP Bruno Dias, uma delegação da CDU, da Amadora e de Sintra, visitou, anteontem, diversos locais ao longo da linha de Sintra. Com esta visita, a coligação pretendia dar a conhecer o «estado de desumanização da maior parte das estações e ainda constatar a degradante situação em que viajam os trabalhadores» que utilizam a linha de Sintra.
«Estamos no século XXI mas temos estações e passagens de nível que são autênticas ratoeiras e armadilhas», denuncia a coligação, lembrando que os acidentes são frequentes. Estes acidente, afirma a CDU, poderiam ser evitados se a política seguida pelos vários governos tivessem em conta os interesses dos trabalhadores e das populações.
Mas, afirma a CDU, as prioridades dos governos são a satisfação dos interesses do capital financeiro. «É por isso que há estações que não têm bancos para as pessoas se sentarem, não têm resguardos para a chuva e o vento, não têm casas de banho de acesso livre e gratuito, não têm segurança», denuncia a coligação.
Após a visita, a CDU deixou o compromisso de apresentar propostas, nas autarquias e na Assembleia da República, com vista a resolver alguns dos mais gritantes problemas da linha de Sintra, que serve diariamente cerca de 210 mil utentes.
«Estamos no século XXI mas temos estações e passagens de nível que são autênticas ratoeiras e armadilhas», denuncia a coligação, lembrando que os acidentes são frequentes. Estes acidente, afirma a CDU, poderiam ser evitados se a política seguida pelos vários governos tivessem em conta os interesses dos trabalhadores e das populações.
Mas, afirma a CDU, as prioridades dos governos são a satisfação dos interesses do capital financeiro. «É por isso que há estações que não têm bancos para as pessoas se sentarem, não têm resguardos para a chuva e o vento, não têm casas de banho de acesso livre e gratuito, não têm segurança», denuncia a coligação.
Após a visita, a CDU deixou o compromisso de apresentar propostas, nas autarquias e na Assembleia da República, com vista a resolver alguns dos mais gritantes problemas da linha de Sintra, que serve diariamente cerca de 210 mil utentes.