«Não aos novos piratas dos mares»
Em reacção à realização do Conselho de Ministros a bordo do navio-escola «Sagres», o Partido Ecologista «Os Verdes» esperou os governantes em terra, no Cais da Princesa, num protesto contra «os novos piratas do mar» e a «cumplicidade do Governo com o saque aos recursos naturais e às novas políticas para o mar».
Os ecologistas classificam como um «verdadeiro saque institucional» a perda de soberania de Portugal sobre a protecção e a conservação dos seus recursos biológicos marinhos com o Tratados Constitucional Europeu. Se este for aprovado, esta questão passa a ser da exclusiva competência da União Europeia.
«Os novos piratas dos mares já não usam venda no olho: agora apresentam-se de gravata azul com estrelas amarelas, mas continuam com uma vontade de gancho para saquear recursos e controlar mares alheios», consideram.
«Os Verdes» afirmam que as políticas dos diversos governos têm graves repercussões ambientais, nomeadamente com a redução da frota pesqueira portuguesa e a consequente maior presença de embarcações de outros países nas águas nacionais. «A agressividade das artes de pesca utilizadas por essas frotas, como a espanhola, contribuiu para a sobre-exploração e desvastação dos recursos piscatórios e para o desequilíbrio e destruição de sistemas marinhos complexos e frágeis, como os recifes de corais dos Açores», denunciam.
Poluição governamental
A passividade do Governo faz-se sentir na gestão dos recursos, nas ameaças de poluição e nas diversas intervenções danosas nas zonas costeiras, ao mesmo tempo que é adiado todos os anos o sistema de controlo de tráfego marítimo, meios de prevenção e de combate à poluição marítima e a melhoria da segurança portuária. «As portas marítimas do nosso país estão abertas à entrada de materiais radioactivos e potencialmente bélicos sem qualquer capacidade de controlo por parte do Estado», alertam os ecologistas.
«Tanto são piratas os que sacam como os que abrem as portas ao saque. Mais do que boas intenções e aliciantes discursos, o que o País precisa é da concretização efectiva de medidas que resolvam os problemas que afectam os nossos mares e uma acção empenhada na defesa dos nossos recursos hídricos. É tempo que uma grande onda limpe o País desta poluição governamental», concluem.
Os ecologistas classificam como um «verdadeiro saque institucional» a perda de soberania de Portugal sobre a protecção e a conservação dos seus recursos biológicos marinhos com o Tratados Constitucional Europeu. Se este for aprovado, esta questão passa a ser da exclusiva competência da União Europeia.
«Os novos piratas dos mares já não usam venda no olho: agora apresentam-se de gravata azul com estrelas amarelas, mas continuam com uma vontade de gancho para saquear recursos e controlar mares alheios», consideram.
«Os Verdes» afirmam que as políticas dos diversos governos têm graves repercussões ambientais, nomeadamente com a redução da frota pesqueira portuguesa e a consequente maior presença de embarcações de outros países nas águas nacionais. «A agressividade das artes de pesca utilizadas por essas frotas, como a espanhola, contribuiu para a sobre-exploração e desvastação dos recursos piscatórios e para o desequilíbrio e destruição de sistemas marinhos complexos e frágeis, como os recifes de corais dos Açores», denunciam.
Poluição governamental
A passividade do Governo faz-se sentir na gestão dos recursos, nas ameaças de poluição e nas diversas intervenções danosas nas zonas costeiras, ao mesmo tempo que é adiado todos os anos o sistema de controlo de tráfego marítimo, meios de prevenção e de combate à poluição marítima e a melhoria da segurança portuária. «As portas marítimas do nosso país estão abertas à entrada de materiais radioactivos e potencialmente bélicos sem qualquer capacidade de controlo por parte do Estado», alertam os ecologistas.
«Tanto são piratas os que sacam como os que abrem as portas ao saque. Mais do que boas intenções e aliciantes discursos, o que o País precisa é da concretização efectiva de medidas que resolvam os problemas que afectam os nossos mares e uma acção empenhada na defesa dos nossos recursos hídricos. É tempo que uma grande onda limpe o País desta poluição governamental», concluem.