Mais PCP, melhor futuro
Realizou-se, no passado domingo, a 9.ª Assembleia da Organização Concelhia de Beja, com a participação de mais de uma centena de delegados.
A nova concelhia tem 23 membros, com uma média de idades de 44 anos
«Mais PCP, melhor futuro» foi o lema da 9.ª Assembleia da Organização Concelhia de Beja do PCP, realizada, domingo, na Casa da Cultura local. Na assembleia, esteve presente José Soeiro, da Comissão Política do Comité Central e responsável pela organização regional do Alentejo.
O balanço do mandato autárquico no concelho foi um dos temas mais abordados na reunião, mas muitos dos presentes abordaram igualmente várias questões da situação política actual. O projecto de resolução política, amplamente debatido, foi aprovado por unanimidade e a nova Comissão Concelhia foi também aprovada, mas por maioria. O organismo de direcção eleito é constituído por 23 membros, com uma média etária de 44 anos. A sua primeira reunião estava marcada para ontem.
Entre as propostas constantes na Resolução Política, algumas prendem-se com investimentos importantes para o desenvolvimento da região. Os comunistas de Beja consideram essencial o arranque definitivo do aeroporto de Beja. Esta obra, destaca o PCP, tem servido de palco a lutas e disputas partidárias com manifesto prejuízo para o projecto e para a região.
Outra das obras em destaque foi a barragem do Alqueva. Para o comunistas de Beja, é essencial o seu aproveitamento integral, fazendo crescer a área do Turismo, bem como outras medidas tendentes a desenvolver a região. O PCP entende haver potencialidades, recursos e competências instaladas capazes de promover um processo harmonioso de desenvolvimento sustentável e integrado do concelho e da região, assim o Governo tenha vontade política para o fazer.
Noutra vertente, a assembleia realça a necessidade de um maior investimento na criação de equipamentos sociais de apoio à infância e à terceira idade. Para isto, é essencial construir novas escolas e jardins de infância, para lá do melhoramento dos já existentes. Também a rede de centros de dia e apoio domiciliário aos mais idosos deverá ser aperfeiçoada, exigem os comunistas.
Aprovada foi também uma moção de apoio e solidariedade à luta dos estudantes, professores e funcionários da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja pela construção de novas instalações, onde se exige que o Orçamento de Estado para o próximo ano contemple as verbas para essa obra.
O Partido da alternativa
Coube a José Soeiro, da Comissão Política, encerrar os trabalhos da assembleia. Na sua intervenção, o dirigente do Partido alertou para as mentiras do Governo, nomeadamente no que respeita às alegadas reduções de impostos. Para José Soeiro, serão os mesmos de sempre – os trabalhadores – a ser penalizados pela política do Governo. «Os privilégios, esses sim, continuam para os bancos e para as grandes empresas», afirmou Soeiro.
Sobre o pluralismo na comunicação social e o tão falado «contraditório», José Soeiro lembrou que quem tem mais razões de queixa nesta matéria é precisamente o PCP, que há muitos anos que chama a atenção para este problema. E destacou o caso recente do debate «Prós e Contras», na RTP, sobre «Esquerda e Direita», em que estavam presentes representantes do PP, do PSD, do PS e do BE. O PCP não esteve, lembrou.
O membro da Comissão Política abordou ainda algumas questões abordadas nas Teses. Sobre a alternativa política para o País, José Soeiro considerou-a um «processo longo e difícil». Lembrando que muitos dirigentes do PS defendem uma política injusta para os trabalhadores, o dirigente comunista assegurou ser necessário alterar a correlação de forças entre o PCP e o PS – em favor dos comunistas –, para que se possa pensar em fazer uma outra política. A terminar, apelou a todos os que queiram lutar contra estes interesses, para se juntarem ao PCP.
O balanço do mandato autárquico no concelho foi um dos temas mais abordados na reunião, mas muitos dos presentes abordaram igualmente várias questões da situação política actual. O projecto de resolução política, amplamente debatido, foi aprovado por unanimidade e a nova Comissão Concelhia foi também aprovada, mas por maioria. O organismo de direcção eleito é constituído por 23 membros, com uma média etária de 44 anos. A sua primeira reunião estava marcada para ontem.
Entre as propostas constantes na Resolução Política, algumas prendem-se com investimentos importantes para o desenvolvimento da região. Os comunistas de Beja consideram essencial o arranque definitivo do aeroporto de Beja. Esta obra, destaca o PCP, tem servido de palco a lutas e disputas partidárias com manifesto prejuízo para o projecto e para a região.
Outra das obras em destaque foi a barragem do Alqueva. Para o comunistas de Beja, é essencial o seu aproveitamento integral, fazendo crescer a área do Turismo, bem como outras medidas tendentes a desenvolver a região. O PCP entende haver potencialidades, recursos e competências instaladas capazes de promover um processo harmonioso de desenvolvimento sustentável e integrado do concelho e da região, assim o Governo tenha vontade política para o fazer.
Noutra vertente, a assembleia realça a necessidade de um maior investimento na criação de equipamentos sociais de apoio à infância e à terceira idade. Para isto, é essencial construir novas escolas e jardins de infância, para lá do melhoramento dos já existentes. Também a rede de centros de dia e apoio domiciliário aos mais idosos deverá ser aperfeiçoada, exigem os comunistas.
Aprovada foi também uma moção de apoio e solidariedade à luta dos estudantes, professores e funcionários da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja pela construção de novas instalações, onde se exige que o Orçamento de Estado para o próximo ano contemple as verbas para essa obra.
O Partido da alternativa
Coube a José Soeiro, da Comissão Política, encerrar os trabalhos da assembleia. Na sua intervenção, o dirigente do Partido alertou para as mentiras do Governo, nomeadamente no que respeita às alegadas reduções de impostos. Para José Soeiro, serão os mesmos de sempre – os trabalhadores – a ser penalizados pela política do Governo. «Os privilégios, esses sim, continuam para os bancos e para as grandes empresas», afirmou Soeiro.
Sobre o pluralismo na comunicação social e o tão falado «contraditório», José Soeiro lembrou que quem tem mais razões de queixa nesta matéria é precisamente o PCP, que há muitos anos que chama a atenção para este problema. E destacou o caso recente do debate «Prós e Contras», na RTP, sobre «Esquerda e Direita», em que estavam presentes representantes do PP, do PSD, do PS e do BE. O PCP não esteve, lembrou.
O membro da Comissão Política abordou ainda algumas questões abordadas nas Teses. Sobre a alternativa política para o País, José Soeiro considerou-a um «processo longo e difícil». Lembrando que muitos dirigentes do PS defendem uma política injusta para os trabalhadores, o dirigente comunista assegurou ser necessário alterar a correlação de forças entre o PCP e o PS – em favor dos comunistas –, para que se possa pensar em fazer uma outra política. A terminar, apelou a todos os que queiram lutar contra estes interesses, para se juntarem ao PCP.