Moita contra Lei dos Partidos
A Comissão Concelhia da Moita do PCP reuniu no final de Outubro para analisar o andamento dos trabalhos preparatórios do XVII Congresso do Partido. O organismo realça que já se realizaram 16 reuniões e plenários, com a participação de mais de 300 militantes. Estão ainda agendados mais 5 plenários para a eleição dos 27 delegados.
Para a Comissão Concelhia da Moita, a discussão das Teses revela a democraticidade do processo de debate interno dos comunistas. Todos os militantes, sejam ou não eleitos delegados, têm oportunidade de participar na definição das orientações.
A comissão concelhia afirma ainda a sua identificação plena com as «moções que as várias reuniões e plenários têm aprovado acerca das leis sobre os partidos políticos e sobre o seu financiamento, que resultam de um vergonhoso acordo e combinação entre o PSD, o CDS-PP e o PS». Na opinião daquele organismo, estas leis são uma «inadmissível ingerência do Estado na vida interna dos partidos políticos». A lei dos partidos, sustenta a Comissão Concelhia, pretende impor um «modelo único de funcionamento, dos partidos políticos». A exigência da sua revogação é, para os comunistas da Moita, um imperativo. A Comissão Concelhia repudia também a campanha movida contra o Partido, considerando que esta visa provocar a desagregação e desorientação dos militantes.
Para a Comissão Concelhia da Moita, a discussão das Teses revela a democraticidade do processo de debate interno dos comunistas. Todos os militantes, sejam ou não eleitos delegados, têm oportunidade de participar na definição das orientações.
A comissão concelhia afirma ainda a sua identificação plena com as «moções que as várias reuniões e plenários têm aprovado acerca das leis sobre os partidos políticos e sobre o seu financiamento, que resultam de um vergonhoso acordo e combinação entre o PSD, o CDS-PP e o PS». Na opinião daquele organismo, estas leis são uma «inadmissível ingerência do Estado na vida interna dos partidos políticos». A lei dos partidos, sustenta a Comissão Concelhia, pretende impor um «modelo único de funcionamento, dos partidos políticos». A exigência da sua revogação é, para os comunistas da Moita, um imperativo. A Comissão Concelhia repudia também a campanha movida contra o Partido, considerando que esta visa provocar a desagregação e desorientação dos militantes.