O Governo do desemprego
O Grupo Parlamentar do PCP acusou o Governo de, em matéria de emprego, ter um discurso que nada tem a ver com a «realidade concreta». Em causa está a alegada diminuição de um mês para outro do desemprego em menos 1,9 por cento.
Para os comunistas não é esta evolução que marca e define a realidade do desemprego no País, como pretende o Governo, mas sim o facto de ter havido um aumento de 9,1 por cento do número de pessoas desempregadas face ao mês correspondente em 2003.
Foi o que lembrou o deputado comunista Bruno Dias, na passada semana, no Parlamento, em debate de urgência requerido pelo PS, que apresentou um projecto de resolução para a adopção urgente de medidas de acção social.
A marcar o debate esteve assim a divergência entre o Governo e os partidos da oposição quanto à evolução do desemprego no nosso País, bem como quanto às suas causas.
A bancada comunista chamou nomeadamente a atenção para o facto de o desemprego de longa duração continuar a ter um grande peso e de, simultaneamente, continuar a alastrar o flagelo dos homens e mulheres que não tendo ainda idade para a reforma já não têm idade para começar de novo.
Bruno Dias, responsabilizando o Governo por este estado de coisas, acusou-o também de estar deliberadamente a criar uma «geração sem direitos, acorrentada pela exploração e a precariedade».
Para os comunistas não é esta evolução que marca e define a realidade do desemprego no País, como pretende o Governo, mas sim o facto de ter havido um aumento de 9,1 por cento do número de pessoas desempregadas face ao mês correspondente em 2003.
Foi o que lembrou o deputado comunista Bruno Dias, na passada semana, no Parlamento, em debate de urgência requerido pelo PS, que apresentou um projecto de resolução para a adopção urgente de medidas de acção social.
A marcar o debate esteve assim a divergência entre o Governo e os partidos da oposição quanto à evolução do desemprego no nosso País, bem como quanto às suas causas.
A bancada comunista chamou nomeadamente a atenção para o facto de o desemprego de longa duração continuar a ter um grande peso e de, simultaneamente, continuar a alastrar o flagelo dos homens e mulheres que não tendo ainda idade para a reforma já não têm idade para começar de novo.
Bruno Dias, responsabilizando o Governo por este estado de coisas, acusou-o também de estar deliberadamente a criar uma «geração sem direitos, acorrentada pela exploração e a precariedade».