Um terço da população sem energia
Um relatório divulgado no IX Fórum Internacional da Energia, realizado na segunda-feira, 24, na Holanda, revela que actualmente há 1600 milhões de pessoas sem acesso a electricidade e que 2400 milhões utilizam fontes tradicionais para cozinhar ou se aquecerem.
O estudo, apresentado por Jamal Saghir, director para a Energia e Água do Banco Mundial, acrescenta que quatro em cada cinco pessoas sem acesso a electricidade vivem em zonas rurais dos países subdesenvolvidos, em especial na Ásia e África subsahariana.
Para os mais pobres os encargos com energia representam 10 a 15 por cento do rendimento disponível, enquanto que os mais ricos apenas gastam cinco por cento dos seus recursos para satisfazer essa necessidade.
O Fórum concluiu que, a manterem-se as actuais tendências, até 2030 a situação poderá mesmo agravar-se, estimando-se que nessa altura 1400 milhões de pessoas continuem sem electricidade e que mais de 2600 milhões tenham de recorrer a fontes tradicionais de energia.
O estudo, apresentado por Jamal Saghir, director para a Energia e Água do Banco Mundial, acrescenta que quatro em cada cinco pessoas sem acesso a electricidade vivem em zonas rurais dos países subdesenvolvidos, em especial na Ásia e África subsahariana.
Para os mais pobres os encargos com energia representam 10 a 15 por cento do rendimento disponível, enquanto que os mais ricos apenas gastam cinco por cento dos seus recursos para satisfazer essa necessidade.
O Fórum concluiu que, a manterem-se as actuais tendências, até 2030 a situação poderá mesmo agravar-se, estimando-se que nessa altura 1400 milhões de pessoas continuem sem electricidade e que mais de 2600 milhões tenham de recorrer a fontes tradicionais de energia.