Verdes criam partido europeu
Os dirigentes de partidos ecologistas da Europa assinaram, no domingo em Roma, o acto fundador do novo Partido Verde Europeu, sob cujo estandarte se apresentarão unidos às próximas eleições para o Parlamento Europeu, a 13 de Junho.
O documento foi assinado por 32 partidos, de 19 países europeus, no final de um congresso de três dias, que contou com um milhar de delegados, entre os quais se encontrava uma delegação do Partido Ecologista «Os Verdes», chefiada pela deputada Heloísa Apolónia.
Em declarações à imprensa, a deputada portuguesa considerou que «esta estrutura europeia é extremamente significativa na medida em que é bastante abrangente, incluindo partidos não só da União Europeia como foram dela. É uma estrutura muito mais alargada que se deve virar para o reforço do movimento ecologista».
As eleições europeias de 13 de Junho serão a primeira acção conjunta das forças aderentes, que se comprometeram a desenvolver uma campanha assente em princípios e slogans comuns e candidatos «transfronteiriços», que integrarão listas de outros países. Daniel Cohn-Bendit, eleito para o PE em 1999 em França, será desta vez candidato na Alemanha e Monica Frassoni, eleita na Bélgica, aparecerá perante os eleitores italianos.
Cinco temas figuram no programa do novo partido: «salvaguarda do ambiente, empenho numa dimensão social, desenvolvimento da democracia, reforço da política de paz, empenho numa mundialização a partir de baixo.»
«As belas ideias são muito boas, mas devemos lutar pelo poder. É um desafio», afirmou na abertura do Congresso Joschka Fischer, ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha e membro do único partido verde que integra um governo na actual União Europeia.
O objectivo deste partido europeu, segundo disse Cohn-Bendit, co-presidente do grupo
dos Verdes no Parlamento Europeu, «é manter grupo no PE com 45 a 50 eleitos».
Os Verdes têm actualmente 36 eurodeputados de 11 dos 15 Estados-membros, aos quais se juntam dez eleitos de partidos regionalistas no grupo parlamentar dos Verdes/Aliança Livre Europeia.
O documento foi assinado por 32 partidos, de 19 países europeus, no final de um congresso de três dias, que contou com um milhar de delegados, entre os quais se encontrava uma delegação do Partido Ecologista «Os Verdes», chefiada pela deputada Heloísa Apolónia.
Em declarações à imprensa, a deputada portuguesa considerou que «esta estrutura europeia é extremamente significativa na medida em que é bastante abrangente, incluindo partidos não só da União Europeia como foram dela. É uma estrutura muito mais alargada que se deve virar para o reforço do movimento ecologista».
As eleições europeias de 13 de Junho serão a primeira acção conjunta das forças aderentes, que se comprometeram a desenvolver uma campanha assente em princípios e slogans comuns e candidatos «transfronteiriços», que integrarão listas de outros países. Daniel Cohn-Bendit, eleito para o PE em 1999 em França, será desta vez candidato na Alemanha e Monica Frassoni, eleita na Bélgica, aparecerá perante os eleitores italianos.
Cinco temas figuram no programa do novo partido: «salvaguarda do ambiente, empenho numa dimensão social, desenvolvimento da democracia, reforço da política de paz, empenho numa mundialização a partir de baixo.»
«As belas ideias são muito boas, mas devemos lutar pelo poder. É um desafio», afirmou na abertura do Congresso Joschka Fischer, ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha e membro do único partido verde que integra um governo na actual União Europeia.
O objectivo deste partido europeu, segundo disse Cohn-Bendit, co-presidente do grupo
dos Verdes no Parlamento Europeu, «é manter grupo no PE com 45 a 50 eleitos».
Os Verdes têm actualmente 36 eurodeputados de 11 dos 15 Estados-membros, aos quais se juntam dez eleitos de partidos regionalistas no grupo parlamentar dos Verdes/Aliança Livre Europeia.