Nova liberalização
A Comissão Europeia está a preparar-se para apresentar no início de Março uma nova proposta para liberalização do tráfico internacional de passageiros.
CE quer liberalizar o transporte internacional de passageiros até 2010
O projecto, da responsabilidade de Loyola de Palacio, a comissária espanhola dos Transportes, conta para já com fortes reticências manifestadas pela França, Bélgica e Luxemburgo. Apesar de nos últimos anos alguns países terem entregue a operadores aos privados o tráfego nacional, caso da Inglaterra e da Alemanha, as linhas internacionais continuam a ser exclusivamente exploradas pelas companhias estatais.
Ao pretender alterar esta situação, a Comissária argumenta que «a forte pressão da concorrência das companhias aéreas, que oferecem baixos preços nas ligações das principais cidades europeias, constitui uma importante ameaça para o transporte ferroviário internacional de passageiros».
O projecto de directiva considera assim que «a abertura à concorrência deverá permitir que os operadores ferroviários desenvolva novas iniciativas e reduza os seus custos com vista a oferecer serviços internacionais competitivos até 2010.
Por outro lado, a comissária pretende corresponder ao pedido do Parlamento Europeu que, em Outubro passado, aprovou uma alteração radical, reclamando a abertura à concorrência de todos os serviços ferroviários de transporte de passageiros, nacionais e internacionais até 1 de Janeiro de 2008. Esta exigência foi de resto apresentada como condição para a aprovação do segundo pacote ferroviários que determina a liberalização do tráfico de mercadorias.
Ao pretender alterar esta situação, a Comissária argumenta que «a forte pressão da concorrência das companhias aéreas, que oferecem baixos preços nas ligações das principais cidades europeias, constitui uma importante ameaça para o transporte ferroviário internacional de passageiros».
O projecto de directiva considera assim que «a abertura à concorrência deverá permitir que os operadores ferroviários desenvolva novas iniciativas e reduza os seus custos com vista a oferecer serviços internacionais competitivos até 2010.
Por outro lado, a comissária pretende corresponder ao pedido do Parlamento Europeu que, em Outubro passado, aprovou uma alteração radical, reclamando a abertura à concorrência de todos os serviços ferroviários de transporte de passageiros, nacionais e internacionais até 1 de Janeiro de 2008. Esta exigência foi de resto apresentada como condição para a aprovação do segundo pacote ferroviários que determina a liberalização do tráfico de mercadorias.