PCP solidário com produtores
O líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, criticou o Governo por ter deixado encerrar o matadouro de Viseu, em Junho passado, afirmando que muitos pequenos agricultores da região tiveram de abandonar a produção de gado.
A posição do deputado comunista foi tornada pública, em declarações aos jornalistas, após uma recente reunião com responsáveis da associação Balflora - Secretariado dos
Baldios de Viseu e da Associação de Criadores da Gado da Beira Alta.
As consequências do encerramento do matadouro «são de extrema gravidade», alertou, considerando tratar-se de uma decisão que «vem completamente ao arrepio de uma
política que deve ser de distribuição regional destas unidades para apoiar a actividade agrícola dos pequenos agricultores».
Para além disso, sustentou, é difícil compreender como é tomada a decisão de encerrar uma unidade que «tinha um volume de laboração entre as duas mil e as três mil e quinhentas toneladas por ano», obrigando os agricultores a enviar os seus animais para Aveiro, «com custos acrescidos de transporte, aos quais se juntam as taxas próprias da utilização do matadouro, o que tem onerado em muito a produção de gado na região e já levou ao abandono desta actividade por muitos deles».
Bernardino Soares defendeu a reabertura do matadouro após a realização das obras necessárias ou a criação de uma nova unidade de abate, tendo assumido o compromisso de levar o assunto à Assembleia da República.
A posição do deputado comunista foi tornada pública, em declarações aos jornalistas, após uma recente reunião com responsáveis da associação Balflora - Secretariado dos
Baldios de Viseu e da Associação de Criadores da Gado da Beira Alta.
As consequências do encerramento do matadouro «são de extrema gravidade», alertou, considerando tratar-se de uma decisão que «vem completamente ao arrepio de uma
política que deve ser de distribuição regional destas unidades para apoiar a actividade agrícola dos pequenos agricultores».
Para além disso, sustentou, é difícil compreender como é tomada a decisão de encerrar uma unidade que «tinha um volume de laboração entre as duas mil e as três mil e quinhentas toneladas por ano», obrigando os agricultores a enviar os seus animais para Aveiro, «com custos acrescidos de transporte, aos quais se juntam as taxas próprias da utilização do matadouro, o que tem onerado em muito a produção de gado na região e já levou ao abandono desta actividade por muitos deles».
Bernardino Soares defendeu a reabertura do matadouro após a realização das obras necessárias ou a criação de uma nova unidade de abate, tendo assumido o compromisso de levar o assunto à Assembleia da República.