Porto de pesca sem alternativa
«Inqualificável» é como a Federação dos Sindicatos do Sector da Pesca considera o encerramento do porto de pesca de Lisboa, em Novembro passado.
Nos plenários dos dias 14 e 19 deste mês, os trabalhadores deram um ultimato ao Governo até à primeira semana de Fevereiro para que seja encontrada uma solução definitiva e alternativa, caso contrário, vão avançar com as formas de luta que considerem adequadas.
A Comissão Executiva da federação esteve reunida no domingo para analisar a situação criada com o anúncio do encerramento da Docapesca de Pedrouços: o despedimento de 138 trabalhadores, a deslocação de dezenas de comerciantes de pescado, também com consequentes despedimentos e o encerramento da primeira venda de pesca com dezenas de embarcações afectadas, sem que lhes tenha sido criada, até ao momento, qualquer alternativa para o escoamento das respectivas fainas.
Para a federação, é fundamental que se mantenha em funcionamento o porto de pesca de Pedrouços, por considerar que não se podem desperdiçar as importantes estruturas ali existentes. Exige ainda que se estude a possibilidade de se reatar a primeira venda de pescado, em Pedrouços, até se encontrarem soluções definitivas que possam substituir as estruturas ali existentes. Considera ainda que as alternativas apresentadas como provisórias na Trafaria, não substituem a necessidade de se construir um novo porto de pesca definitivo na Trafaria, a jusante dos silos, com uma nova lota e respectivo equipamento de apoio para pescadores e compradores.
A federação faz notar que nenhum dos compromissos assumidos pelo Governo se concretizou, nem mesmo as medidas transitórias previstas para a Trafaria. A falta de cumprimento dos compromissos assumidos leva a federação a considerar que «o Governo não tem solução para nada» e demonstra «uma grande dose de incompetência e desconhecimento» sobre o que envolve o encerramento do porto de pesca de Lisboa.
Em Pedrouços, continuam a funcionar os entrepostos frigoríficos, a fábrica de gelo, e as instalações de alguns armazenistas, não estando prevista qualquer data ou alternativa para a deslocação.
Ou seja, «desmantela-se primeiro e pensa-se depois o que se vai fazer com o que resta», considera a Federação.
Nos plenários dos dias 14 e 19 deste mês, os trabalhadores deram um ultimato ao Governo até à primeira semana de Fevereiro para que seja encontrada uma solução definitiva e alternativa, caso contrário, vão avançar com as formas de luta que considerem adequadas.
A Comissão Executiva da federação esteve reunida no domingo para analisar a situação criada com o anúncio do encerramento da Docapesca de Pedrouços: o despedimento de 138 trabalhadores, a deslocação de dezenas de comerciantes de pescado, também com consequentes despedimentos e o encerramento da primeira venda de pesca com dezenas de embarcações afectadas, sem que lhes tenha sido criada, até ao momento, qualquer alternativa para o escoamento das respectivas fainas.
Para a federação, é fundamental que se mantenha em funcionamento o porto de pesca de Pedrouços, por considerar que não se podem desperdiçar as importantes estruturas ali existentes. Exige ainda que se estude a possibilidade de se reatar a primeira venda de pescado, em Pedrouços, até se encontrarem soluções definitivas que possam substituir as estruturas ali existentes. Considera ainda que as alternativas apresentadas como provisórias na Trafaria, não substituem a necessidade de se construir um novo porto de pesca definitivo na Trafaria, a jusante dos silos, com uma nova lota e respectivo equipamento de apoio para pescadores e compradores.
A federação faz notar que nenhum dos compromissos assumidos pelo Governo se concretizou, nem mesmo as medidas transitórias previstas para a Trafaria. A falta de cumprimento dos compromissos assumidos leva a federação a considerar que «o Governo não tem solução para nada» e demonstra «uma grande dose de incompetência e desconhecimento» sobre o que envolve o encerramento do porto de pesca de Lisboa.
Em Pedrouços, continuam a funcionar os entrepostos frigoríficos, a fábrica de gelo, e as instalações de alguns armazenistas, não estando prevista qualquer data ou alternativa para a deslocação.
Ou seja, «desmantela-se primeiro e pensa-se depois o que se vai fazer com o que resta», considera a Federação.