Administração Pública pára amanhã
A vigília de anteontem à noite, frente ao Ministério das Finanças, foi uma entre muitas acções que os sindicatos e os trabalhadores da Administração Pública levaram a cabo desde segunda-feira e que culminam com a greve nacional de amanhã.
Há três anos que se acumulam perdas salariais
Os trabalhadores exigem salários justos, emprego com direitos e serviços de qualidade, e combatem as privatizações e a ofensiva contra as funções sociais do Estado. Com a proposta de actualização salarial apresentada pelo Governo, este seria o quarto ano consecutivo em que os trabalhadores sofreriam perdas salariais. As perdas acumuladas nos últimos três anos ultrapassam já, segundo os sindicatos, os cinco por cento.
A vigília que o Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e Açores realizou anteontem, no âmbito da semana de luta decretada pela Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, foi uma acção de protesto contra os principais objectivos do Governo, que estão na origem do generalizado descontentamento e à convocação da greve de amanhã. O sindicato acusa o executivo PSD/CDS-PP de pretender:
- o «fim dos aumentos salariais anuais»,
- a «diminuição das pensões dos futuros aposentados»,
- a «entrega de trabalhadores a empresas privadas»,
- a «abertura de concursos só para amigos»,
- a «precarização absoluta dos vínculos»,
- o «fim das progressões nos escalões»
- e «provocar despedimentos directos ou indirectos» no sector.
O secretário-geral da CGTP-IN, em declarações à comunicação social no local da vigília, reafirmou que os objectivos da luta dos trabalhadores da Administração Pública são coincidentes com os interesses de todos os trabalhadores, pelo que merecem toda a solidariedade.
Em conferência de imprensa, anteontem à tarde, na sede da Inter, foi igualmente reafirmada a importância da greve de amanhã, quer pelos perigos que a actual política implica para a Administração Pública, quer pelas implicações dessa ofensiva em todos os demais sectores.
Também anteontem, no Porto, sindicatos de vários sectores deram uma conferência de imprensa conjunta, para apelarem à participação na greve de 23 de Janeiro.
Acrescidos motivos para a greve foram criados pela postura do Governo nas negociações salariais.
A vigília que o Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e Açores realizou anteontem, no âmbito da semana de luta decretada pela Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, foi uma acção de protesto contra os principais objectivos do Governo, que estão na origem do generalizado descontentamento e à convocação da greve de amanhã. O sindicato acusa o executivo PSD/CDS-PP de pretender:
- o «fim dos aumentos salariais anuais»,
- a «diminuição das pensões dos futuros aposentados»,
- a «entrega de trabalhadores a empresas privadas»,
- a «abertura de concursos só para amigos»,
- a «precarização absoluta dos vínculos»,
- o «fim das progressões nos escalões»
- e «provocar despedimentos directos ou indirectos» no sector.
O secretário-geral da CGTP-IN, em declarações à comunicação social no local da vigília, reafirmou que os objectivos da luta dos trabalhadores da Administração Pública são coincidentes com os interesses de todos os trabalhadores, pelo que merecem toda a solidariedade.
Em conferência de imprensa, anteontem à tarde, na sede da Inter, foi igualmente reafirmada a importância da greve de amanhã, quer pelos perigos que a actual política implica para a Administração Pública, quer pelas implicações dessa ofensiva em todos os demais sectores.
Também anteontem, no Porto, sindicatos de vários sectores deram uma conferência de imprensa conjunta, para apelarem à participação na greve de 23 de Janeiro.
Acrescidos motivos para a greve foram criados pela postura do Governo nas negociações salariais.