«Passividade total»
«Se nada for feito, isso significa que Portugal pode ter de sacrificar sectores da economia ou obrigar os contribuintes a pagar essa factura nos seus impostos», alertou, no início da semana, a deputada Isabel de Castro, no final de uma audiência com o Presidente da República, Jorge Sampaio.
Optimismo do Governo contrasta com o sentimento dos portugueses.
«Não haverá desenvolvimento sustentado se questões como esta (cumprimento do protocolo de Quioto) continuarem no esquecimento», sustentou.
Isabel de Castro mostrou-se também preocupada com a situação económica do país, recordando que os sinais de retoma baseiam-se em «pesados custos» para a maioria dos cidadãos. «O optimismo do Governo contrasta com o sentimento dos portugueses, que continuam a sentir um agravamento das suas condições de vida», disse.
Em conversa com os jornalistas, a deputada, eleita pelo PEV, manifestou-se, ainda, contra quaisquer limitações à liberdade de imprensa, justificadas em nome de sucessivas violações do segredo de justiça, nomeadamente no processo da Casa Pia.
Apesar de considerar que «não devem ficar impunes» aqueles que violam o segredo de justiça, sejam jornalistas ou operadores judiciários, Isabel de Castro defendeu que «os mecanismos de auto-regulação devem funcionar», insurgindo-se contra as limitações à liberdade de imprensa.
«Mais do que mudança na lei, o que importa é que a lei seja cumprida», concluiu a deputada de «Os Verdes», após a audiência com o Presidente da República.
SJ recusa limites à imprensa
De igual forma, o presidente do Sindicato dos Jornalistas (SJ), Alfredo Maia, recusou qualquer agravamento aos actuais limites à liberdade de Imprensa, alegando que o actual quadro legal já prevê suficientes mecanismos de responsabilização para os profissionais da comunicação social.
As declarações de Alfredo Maia foram proferidas, segunda-feira, no final de uma audiência com o presidente da Assembleia da República, Mota Amaral, solicitada pela direcção do SJ.
Entretanto, o sindicato solicitou uma audiência à Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, presidida pela deputada social-democrata Assunção Esteves, que, em plenário, propôs que se proceda a «uma reflexão sobre a liberdade de comunicação».
Isabel de Castro mostrou-se também preocupada com a situação económica do país, recordando que os sinais de retoma baseiam-se em «pesados custos» para a maioria dos cidadãos. «O optimismo do Governo contrasta com o sentimento dos portugueses, que continuam a sentir um agravamento das suas condições de vida», disse.
Em conversa com os jornalistas, a deputada, eleita pelo PEV, manifestou-se, ainda, contra quaisquer limitações à liberdade de imprensa, justificadas em nome de sucessivas violações do segredo de justiça, nomeadamente no processo da Casa Pia.
Apesar de considerar que «não devem ficar impunes» aqueles que violam o segredo de justiça, sejam jornalistas ou operadores judiciários, Isabel de Castro defendeu que «os mecanismos de auto-regulação devem funcionar», insurgindo-se contra as limitações à liberdade de imprensa.
«Mais do que mudança na lei, o que importa é que a lei seja cumprida», concluiu a deputada de «Os Verdes», após a audiência com o Presidente da República.
SJ recusa limites à imprensa
De igual forma, o presidente do Sindicato dos Jornalistas (SJ), Alfredo Maia, recusou qualquer agravamento aos actuais limites à liberdade de Imprensa, alegando que o actual quadro legal já prevê suficientes mecanismos de responsabilização para os profissionais da comunicação social.
As declarações de Alfredo Maia foram proferidas, segunda-feira, no final de uma audiência com o presidente da Assembleia da República, Mota Amaral, solicitada pela direcção do SJ.
Entretanto, o sindicato solicitou uma audiência à Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, presidida pela deputada social-democrata Assunção Esteves, que, em plenário, propôs que se proceda a «uma reflexão sobre a liberdade de comunicação».