Incoerências e prepotências em Gaia
Os comunistas eleitos na Assembleia Municipal de Gaia apresentaram, sexta-feira, um protesto pela reiterada acção camarária de destruição de propaganda política, como foi o caso dos cartazes do PCP contra a guerra no Iraque, dos painéis referentes à Festa do Avante!, e do arranque de panos publicitando o Encontro Autárquico da CDU, ocorrido no passado mês.
A Câmara Municipal, inacreditavelmente, respondeu apenas que «será retirada toda a propaganda ilegal». «Será que não deram conta que houve uma revolução em 25 de Abril de 1974 e que a Constituição da República acolhe expressamente a liberdade de expressão?», interrogam-se os comunistas eleitos, em nota de imprensa, sublinhando que «ilegal» é procedimento da autarquia, «e por isso continuarão a exercer o seu direito de informação política».
Por outro lado, a CDU apresentou, neste órgão autárquico, duas propostas, uma referente ao Orçamento de Estado para 2004 e seus negativos efeitos para as autarquias, outra sobre o «péssimo» serviço que a EDP vem prestando no sequência da sua privatização.
Em ambos os casos, os partidos da maioria votaram contra, inviabilizando-as, «com o caricato de dizerem que até concordavam com o texto proposto para deliberação, mas que votavam contra porque não consideravam com os considerandos...».
Contrastando com tal posição sectária, a CDU votou favoravelmente um voto de saudação à Câmara Municipal, após introduzir alterações que fizeram com que deixasse de ser um auto-elogio para passar a ser um documento responsabilizador da autarquia, que fica obrigada a atrair investimento para o concelho e que produza postos de trabalho sustentáveis e não precários.
A Câmara Municipal, inacreditavelmente, respondeu apenas que «será retirada toda a propaganda ilegal». «Será que não deram conta que houve uma revolução em 25 de Abril de 1974 e que a Constituição da República acolhe expressamente a liberdade de expressão?», interrogam-se os comunistas eleitos, em nota de imprensa, sublinhando que «ilegal» é procedimento da autarquia, «e por isso continuarão a exercer o seu direito de informação política».
Por outro lado, a CDU apresentou, neste órgão autárquico, duas propostas, uma referente ao Orçamento de Estado para 2004 e seus negativos efeitos para as autarquias, outra sobre o «péssimo» serviço que a EDP vem prestando no sequência da sua privatização.
Em ambos os casos, os partidos da maioria votaram contra, inviabilizando-as, «com o caricato de dizerem que até concordavam com o texto proposto para deliberação, mas que votavam contra porque não consideravam com os considerandos...».
Contrastando com tal posição sectária, a CDU votou favoravelmente um voto de saudação à Câmara Municipal, após introduzir alterações que fizeram com que deixasse de ser um auto-elogio para passar a ser um documento responsabilizador da autarquia, que fica obrigada a atrair investimento para o concelho e que produza postos de trabalho sustentáveis e não precários.